LAC
Visão integradora dos componentes constitutivos, situada pelo Metamodelo Estrutural.
Abrir modelo LACConhecer, representar, justificar, compartilhar, aprender, aplicar e revisar.
Breadcrumb físico: meulivro.info / fundamentos / modelo_conceitual_referencia_conhecimento_lac.html
Breadcrumb semântico: LAC → Fundamentos → Modelos conceituais de referência → Conhecimento.
Localização definida: /fundamentos/modelo_conceitual_referencia_conhecimento_lac.html. A função predominante é explicar conceitos e relações do conhecimento, conforme a regra de localização em Fundamentos.
Ambiente desta entrega: desenvolvimento — preparação e revisão do arquivo. Estado do ciclo de vida: em revisão. Homologação: pendente de aprovação humana. A publicação em homologação ou produção não foi verificada.
Responsável pela revisão e homologação: Walter Dominguez. Modelo: MCR-CON-LAC v1.6. Atualização de integridade entre modelos: 30/10/2026.
Ambiente indica onde o artefato é tratado; estado indica sua situação no ciclo de vida. A confirmação da pasta não homologa o conteúdo conceitual.
Oferecer uma base comum para organizar e relacionar o conhecimento no LAC, distinguindo o que é conhecido, quem conhece, como se representa, com que sustentação e em quais condições se utiliza.
Definição operacional: conhecimento é compreensão ou capacidade de interpretar, explicar ou agir em relação a um referente, situada em sujeitos e práticas, cuja sustentação, adequação e limites podem ser examinados.
Proposta para validação humana
O modelo abrange conhecimento conceitual, procedimental, experiencial e tácito. Essas perspectivas podem coexistir. Não exige que todo conhecimento derive de pesquisa formal nem que todo saber seja integralmente verbalizável.
Dois planos complementares: o conhecimento humano envolve compreensão e capacidade; a organização do LAC usa Objetos de Conhecimento identificáveis para estruturar, relacionar e representar conteúdos. O objeto organizado pode conter afirmações provisórias ou contestadas.
MCR-CON-LAC v1.6 · Proposta documental para revisão humana. Alinhada à matriz MAT-INT-MCR-LAC-001 v1.1 e ao modelo geral do LAC, versão de trabalho 2.4. A revisão de Pesquisa e Aprendizagem ainda deve propagar e conferir estas regras; sua adoção nos quatro documentos não é presumida.
Visão integradora dos componentes constitutivos, situada pelo Metamodelo Estrutural.
Abrir modelo LACConhecimento humano, objetos semânticos, representações, Malha, avaliação e reutilização.
Abrir modelo ConhecimentoInvestigação, métodos, evidências e resultados que podem propor revisão da Malha.
Abrir modelo PesquisaTransformação do aprendiz, atividades, mediação e avaliação com evidências próprias.
Abrir modelo AprendizagemA complementaridade entre os modelos não cria novos níveis no Metamodelo Estrutural. Nem todo conhecimento depende de pesquisa formal; pesquisar não comprova automaticamente aprendizagem.
| Conceito | Definição proposta |
|---|---|
| Referente | Aquilo a que o conhecimento se refere: entidade, fenômeno, situação, processo ou relação, inclusive abstrata. |
| Objeto investigado / objeto de aprendizagem | Recorte do referente delimitado pela finalidade de investigar ou aprender; não é sinônimo de recurso didático nem de Objeto de Conhecimento. |
| Objeto de Conhecimento do LAC | Unidade semântica identificável e versionada da Malha que organiza conteúdos sobre recortes do referente, reutilizável em múltiplas Jornadas. |
| Representação | Artefato que explicita uma seleção de conteúdos e relações. Arquivo, texto e grafo não equivalem automaticamente ao conhecimento de uma pessoa. |
| Jornada planejada | Composição intencional de objetos, relações, representações e atividades para um objetivo e contexto. Estados e transições descrevem sua dinâmica; não comprovam aprendizagem. |
| Sessão de navegação | Unidade de registro do percurso efetivamente realizado, delimitada por participantes, contexto e início/fim declarados. Pode atravessar 0..N Jornadas e conter navegação livre. |
| Segmento de navegação | Parte identificada de uma sessão, com ordem, contexto e referência a 0..1 Jornada e sua versão. Zero indica navegação livre; segmentos podem revisitar uma Jornada. |
| Experiência do participante | Vivência situada, parcialmente relatável; não se reduz ao plano ou aos registros de navegação. |
| Interpretação de evidência | Registro elementar que relaciona 1 registro de origem a 1 afirmação-alvo, sob 1..N critérios, com contexto e limites. |
| Síntese de evidências | Agregação identificada de 1..N interpretações de evidência, com origens preservadas, visando 1 afirmação-alvo. Um mesmo registro pode apoiar interpretações para alvos diferentes. |
| Registro de avaliação | Exame de 1 alvo identificado e sua versão quando aplicável, com critérios, evidências, conclusão, limites e responsável humano. |
| Avaliação composta | Agrupamento de 1..N registros de avaliação sob uma finalidade, preservando conclusões e critérios por alvo. Não mistura qualidade técnica, conclusão de pesquisa e aprendizagem. |
| Atividade e execução | Atividade especifica objetivo, tarefas, recursos e critérios; execução é uma ocorrência concreta com participantes, condições e resultados próprios. Atividades de pesquisa e aprendizagem são usos especializados. |
O mesmo referente pode originar recortes investigativos e de aprendizagem diferentes. Um Objeto de Conhecimento pode organizar conteúdos sobre esses recortes e ser reutilizado, preservando identidade e versão. Suas representações não substituem o referente nem demonstram compreensão.
| Origem | Predicado | Destino | Restrições propostas |
|---|---|---|---|
| Pesquisa | mobiliza | Objeto de Conhecimento + versão | 0..N por pesquisa |
| Resultado de pesquisa | pode propor criação ou revisão de | Objeto de Conhecimento | 0..N; incorporação exige avaliação e decisão |
| Atividade de aprendizagem | utiliza | Objeto de Conhecimento + versão | 0..N por atividade |
| Atividade de aprendizagem | pode integrar | Pesquisa | 0..N; inversa também 0..N |
| Objeto de Conhecimento | refere-se a | Recorte investigado ou aprendido | 1..N ao estruturar; inversa 0..N |
| Jornada planejada | orienta | Atividade | 1..N ao formalizar |
| Sessão de navegação | pode percorrer | Jornada planejada + versão | 0..N Jornadas por sessão; inversa 0..N |
| Sessão de navegação | contém | Segmento de navegação | 0..N em registro inicial; 1..N ao detalhar sessão não vazia |
| Segmento de navegação | referencia | Jornada planejada + versão | 0..1; zero para navegação livre; 1 sessão de origem por segmento |
| Registro de experiência | documenta parcialmente | Experiência do participante | 1 experiência por registro |
| Interpretação de evidência | relaciona | Registro de origem, afirmação-alvo e critério | 1 registro; 1 alvo; 1..N critérios |
| Síntese de evidências | agrega | Interpretação de evidência | 1..N por síntese; todas referem-se ao mesmo alvo da síntese |
| Registro de avaliação | examina | Afirmação, relação, representação ou resultado de aprendizagem | 1 alvo por registro; 0..N registros por alvo |
| Avaliação composta | agrupa | Registro de avaliação | 1..N por composição; 0..N composições por registro reutilizado |
| Execução de atividade | realiza | Atividade especificada | 1 atividade por execução; 0..N execuções por especificação |
Os mínimos dependem da etapa indicada: ausência de registro não prova ausência do fenômeno. “Evidência” é o termo abrangente; ao estruturar registros, distinguir interpretação elementar e síntese. “Avaliação” pode nomear o exame em sentido amplo; a persistência distingue registro por alvo e avaliação composta.
O exemplo JSON usa esquema_integracao e versao_regras_integracao. A versão 1.1 altera a estrutura do exemplo anterior; consumidores da v1.0 precisam de adaptação explícita.
Cada registro preserva id, tipo, versao, modelo_origem, autoria, data, contexto, proveniencia e vinculos. Um vínculo informa predicado, destino e versão referenciada. Alvos e origens utilizam referências identificáveis; vínculos externos são declarados como referências externas, não como registros incluídos no arquivo.
Interpretações preservam 1 origem, 1 afirmação-alvo e 1..N critérios. Sínteses preservam as interpretações agregadas. Registros de avaliação explicitam 1 alvo, critérios, evidências, conclusão, limites e responsável. Avaliações compostas mantêm os registros por alvo distinguíveis. Uma interpretação pode fornecer evidência a diferentes avaliações; sua existência não equivale a aprovação.
Dados sintéticos e identificadores ilustrativos; não representam pesquisa executada ou aprendizagem medida. OC-ALG-001@1 identifica o objeto semântico; texto, pseudocódigo e tabela são suas possíveis representações.
| Identificadores | Uso no exemplo |
|---|---|
| OC-ALG-001@1 | Objeto de Conhecimento sobre entrada, atribuição, processamento e saída; referência externa declarada. |
| NAV-ALG-001 / SEG-ALG-001 a 003 | Uma sessão passa por duas Jornadas e termina em navegação livre; segmentos preservam ordem e referências. |
| REG-ALG-001 / REG-ALG-002 | Explicação e execução registradas em condições fictícias; origens separadas. |
| EV-PES-001 / EV-PES-002 / SYN-PES-001 | Duas interpretações para a mesma afirmação sobre dificuldade, reunidas em uma síntese com origens preservadas. |
| EV-APR-001 | Interpretação da produção para uma afirmação de aprendizagem, com critérios e limites próprios. |
| AV-PES-001 / AV-APR-001 / AV-COMP-001 | Dois registros com alvos distintos, agrupados em avaliação composta sem fundir suas conclusões. |
O botão exporta o exemplo das regras de integração v1.1. As referências externas são declaradas no JSON; não há sincronização entre páginas ou validação empírica.
A integração entre três modelos introduzida em 20/10/2026 é ampliada para quatro modelos nesta v1.5, em 30/10/2026. Síntese e implementação com apoio de IA; revisão humana por Walter Dominguez pendente. Os textos de Pesquisa e Aprendizagem ainda podem conter restrições da versão anterior. Vocabulário, ontologia, Metamodelo e publicação externa não foram verificados nesta etapa.
As definições abaixo harmonizam as fontes anexadas com a primeira versão desta página. A mudança de terminologia é uma decisão proposta para revisão, sem alterar os arquivos-fonte.
| Elemento | Definição adotada nesta proposta | Consequência |
|---|---|---|
| Referente | Entidade, fenômeno, situação, processo ou relação, inclusive abstrata, a que o conteúdo se refere. | Pode originar vários recortes e objetos organizados. |
| Objeto investigado ou conhecido | Recorte do referente adotado para compreender, investigar ou agir. | Não confundir com a unidade semântica registrada no LAC. |
| Objeto de Conhecimento do LAC | Unidade semântica identificável, estruturada e versionada, com identidade própria na Malha. | Reúne conceitos, relações, contexto, fontes, evidências e representações. |
| Representação | Expressão selecionada do objeto em uma linguagem ou suporte. | Alterar o HTML não muda necessariamente a identidade do objeto. |
| Jornada | Composição intencional de objetos, relações, representações e atividades para uma finalidade. | Planeja e contextualiza um percurso sem ser proprietária dos objetos. |
| Navegação | Percurso efetivamente realizado pelo participante. | Registra escolhas, desvios, retornos e resultados observáveis. |
| Experiência do participante | Vivência cognitiva e prática durante o percurso. | Não pode ser reduzida a cliques ou inferida automaticamente dos logs. |
Na v1.0, “Objeto de conhecimento” designava somente o recorte do referente e “Jornada” designava a experiência vivida. A v1.1 separa essas acepções e adota as distinções presentes nos anexos específicos do LAC.
O knowgrama apresenta o Objeto de Conhecimento do LAC e a Malha, suas representações, processos, evidências, avaliações e decisões sob governança humana, com interfaces para pesquisa e aprendizagem. Distingue jornada planejada, percurso realizado e relatos da experiência.

assets/img/knowgrama_conhecimento_lac.png.Imagem preservada da v1.4: a revisão documental v1.5 acrescenta sessão/segmento, interpretação/síntese e registro/avaliação composta. Esses refinamentos estão nas definições e tabelas; a imagem não foi redesenhada nesta entrega e não demonstra a atualização dessas distinções.
Compreensão ou capacidade de interpretar, explicar ou agir em relação a um referente, situada em sujeitos e práticas e passível de revisão. No LAC, esta é uma definição operacional proposta, não uma solução universal para o problema filosófico do conhecimento.
Exemplo: Distinguir o conhecimento de uma pessoa de um texto que o representa.
Aquilo a que se refere o conhecimento: entidade, fenômeno, situação, processo ou relação, inclusive abstrata.
Exemplo: O funcionamento de um placar eletrônico.
Recorte do referente adotado para compreender, investigar ou agir. É distinto do Objeto de Conhecimento estruturado no LAC.
Exemplo: A validação dos comandos recebidos pelo placar.
Pessoa ou coletivo que conhece, interpreta, aprende, produz ou mobiliza conhecimento. Um coletivo requer explicitar seus mecanismos de compartilhamento.
Exemplo: Aprendiz, autor, curador e equipe de projeto.
Condições de produção, interpretação e aplicação, incluindo tempo, finalidade, pressupostos e limites.
Exemplo: Protótipo didático de placar com Arduino UNO R3.
Registro de observação, medição, evento ou símbolo, cuja interpretação depende de convenções e contexto.
Exemplo: Sequência recebida: 3:1.
Conteúdo interpretado em um contexto, capaz de descrever estados ou reduzir uma incerteza para um sujeito.
Exemplo: O comando informa três pontos para uma equipe e um para outra.
Unidade de significação usada para distinguir e relacionar elementos de um domínio.
Exemplo: Comando, estado, validação e confirmação.
Proposição formulada sobre um objeto e que pode ser examinada; registrá-la não a torna verdadeira.
Exemplo: O firmware rejeita comandos fora do formato especificado.
Vínculo com significado explícito entre conceitos ou afirmações.
Exemplo: Validação antecede a atualização do estado.
Origem identificável de um conteúdo ou registro; sua existência não garante qualidade.
Exemplo: Código versionado, documentação técnica ou observação registrada.
Registro interpretado segundo método, contexto e critérios para sustentar ou contestar uma afirmação. Na aprendizagem, a afirmação trata de uma transformação inferida do aprendiz.
Exemplo: Resultado de um teste de entrada inválida.
Argumentação que liga afirmação, evidências, pressupostos e critérios.
Exemplo: O caso foi rejeitado e o estado permaneceu igual, conforme o critério definido.
Artefato que explicita uma seleção de conceitos, afirmações, relações, procedimentos ou modelos. Não equivale automaticamente ao conhecimento do leitor.
Exemplo: Texto, ontologia, modelo, tabela de decisão ou knowgrama.
Representação estruturada e explorável, organizada por referente, objetivo, contexto, relações, proveniência e uso pretendido.
Exemplo: Mapa do controle digital do placar com relações nomeadas.
Organização de atividades de aquisição, explicitação, representação, avaliação, organização, compartilhamento, aplicação e revisão.
Exemplo: Revisar um conhecimento a partir de resultados de testes.
Composição intencional que seleciona, ordena e contextualiza objetos, relações, representações e atividades para uma pergunta ou objetivo.
Exemplo: Percurso planejado para aprender a validar comandos do placar.
Processo de transformação de compreensão ou capacidade, inferido por evidências adequadas e situadas.
Exemplo: Explicar a regra e aplicá-la a um comando ainda não visto.
Mobilização de conhecimento para interpretar, decidir, projetar ou agir em uma situação.
Exemplo: Definir os critérios de aceitação do firmware.
Exame de consistência, sustentação, pertinência, limites e adequação ao uso, conforme critérios explícitos.
Exemplo: Confrontar a regra documentada com o comportamento observado.
Registro de origens, transformações, autoria, métodos, versões e decisões.
Exemplo: Vincular afirmação ao teste, à versão do código e ao revisor.
Estado identificável de um objeto, relação, modelo ou representação em determinado momento, preservando histórico e justificativa da mudança.
Exemplo: Regra v1.1 revisada após um contraexemplo.
Atuação instrumental de um sistema de IA, com função e revisão humana explícitas; uma saída é uma proposta a avaliar.
Exemplo: IA sugere casos de teste; responsável humano revisa e decide.
Unidade semântica identificável, estruturada e versionada, que integra a Malha e mantém identidade entre representações e Jornadas; organiza conteúdos sobre recortes do referente.
Exemplo: OC-PLAC-001: validação de comandos do placar.
Infraestrutura semântica compartilhada de objetos, conceitos, relações, contextos, metadados, representações, evidências e versões.
Exemplo: OC-PLAC-001 relacionado a protocolo, estado e teste.
Percurso efetivamente realizado pelo participante entre objetos, relações, representações e atividades, com registros de uso e resultados.
Exemplo: O aprendiz retorna ao protocolo antes de refazer um exercício.
Vivência situada de interpretação, dúvida, tentativa e mudança de compreensão; não equivale ao registro de acesso.
Exemplo: O aprendiz relata a dificuldade e explica como a superou.
Componente operacional proposto para apoiar aquisição, transformação, consultas, composição de jornadas, registros e revisão da Malha, sob governança humana.
Exemplo: Sugestão de objetos relacionados e casos de teste para revisão.
Palavra, expressão, símbolo ou rótulo que nomeia um conceito em um vocabulário.
Exemplo: “Validação” como termo preferido de um conceito.
Sentido atribuído a um termo ou conteúdo em determinado contexto.
Exemplo: Validação de comando não é o mesmo que validação de aprendizagem.
Enunciado que delimita um conceito e explicita suas características relevantes.
Exemplo: Definição do formato aceito para um comando.
Informação descritiva, administrativa, estrutural ou técnica de um objeto ou representação.
Exemplo: Identificador, domínio, responsável e datas.
Dimensão explícita segundo a qual se atribui uma categoria a um objeto; dimensões podem coexistir.
Exemplo: Forma: explícita; finalidade: procedimental.
Pergunta, documento, experiência, observação, dado ou necessidade recebido para análise; não é automaticamente conhecimento validado.
Exemplo: Relato de falha em um comando.
Localização, recepção, observação, registro ou extração de conteúdo potencialmente relevante de fontes identificadas.
Exemplo: Registrar um teste, sua origem e condições.
Mudança de forma, estrutura, contexto ou significado, com rastreabilidade e avaliação de fidelidade.
Exemplo: Converter uma especificação textual em tabela de decisão.
Incorporação governada de objeto, relação, representação ou evidência à Malha, preservando identidade e proveniência.
Exemplo: Vincular um resultado de teste à afirmação A-001.
Estrutura semântica de elementos e relações que pode ser descrita independentemente de uma tecnologia.
Exemplo: Dependências entre protocolo, validação e atualização do estado.
Representação estruturada de entidades e relações por nós, arestas e propriedades; uma possível formalização ou materialização da rede.
Exemplo: Subgrafo de OC-PLAC-001 e seus testes, sem exigir banco específico.
Expressão que nomeia o significado e a direção de uma relação.
Exemplo: Jornada referencia Objeto de Conhecimento.
Registro da mudança de estado, com responsável, data, justificativa, evidência e versões envolvidas.
Exemplo: Publicação autorizada da versão 1.1.
Enunciado de condição, restrição ou procedimento cujo escopo e natureza devem ser declarados.
Exemplo: Se o formato for inválido, rejeitar o comando; não implica causalidade universal.
Orientação prática baseada em experiência, útil em certas condições e sujeita a exceções.
Exemplo: Testar entradas de fronteira antes de ampliar os casos.
Conhecimento sobre a estrutura, origem, organização, qualidade e uso do conhecimento.
Exemplo: Critérios para avaliar um knowgrama.
Unidade de trabalho orientada a objetivo, especificada por tarefas, recursos, responsabilidades e critérios. Sua execução é uma ocorrência concreta com participantes, condições e resultados próprios.
Exemplo: Comparar comandos válidos e inválidos e justificar o resultado.
Registro do que ocorreu em uma atividade, medição ou interação, com condições de observação. Sua interpretação como evidência depende do alvo e dos critérios.
Exemplo: O placar permaneceu em 3:1 após o envio de um comando inválido, em teste hipotético.
Derivação de uma conclusão a partir de premissas, regras, modelos ou padrões, com pressupostos e limites explicitados. Não garante verdade nem dispensa avaliação.
Exemplo: Um teste favorável sustenta o comportamento observado naquele caso, sem demonstrar todos os comandos possíveis.
Apresentação compreensível dos elementos e do encadeamento que fundamentam uma afirmação, decisão ou resultado, adequada ao participante.
Exemplo: Relacionar comando recebido, critério de formato, resposta e preservação do estado.
Retorno relacionado a objetivo, produção observada e critérios, que ajuda a decidir o próximo passo; pode provocar revisão, sem garantir aprendizagem.
Exemplo: Apontar que a regra foi descrita corretamente, mas ainda falta justificar seu limite.
Condição em que a sustentação ou a aplicabilidade de uma afirmação é limitada por falta de dados, ambiguidade, variabilidade ou divergência.
Exemplo: A regra não foi testada com comandos truncados.
Condição admitida como base de uma análise, inferência ou aplicação, que deve ser declarada e examinada quando relevante.
Exemplo: O canal entrega a mensagem completa antes de sua validação.
Construção ou revisão compartilhada com contribuições identificáveis, negociação de significados e responsabilidades explícitas.
Exemplo: Aprendiz propõe um contraexemplo e curador registra a decisão.
Apoio humano ou instrumental à interpretação e à atividade, ajustado ao objetivo e às necessidades observadas.
Exemplo: Professor solicita que o aprendiz explique a diferença entre rejeitar e ignorar um comando.
Perspectiva de análise da experiência de conhecer, como cognitiva, social, cultural ou prática; não equivale automaticamente a um tipo de conteúdo.
Exemplo: Examinar como linguagem compartilhada e experiência prévia influenciam uma explicação.
Procedimento para localizar, elicitar, observar ou registrar conteúdo relevante, com limites e condições próprios.
Exemplo: Entrevista semiestruturada combinada com observação de uma tarefa.
Grupo que aprende e compartilha experiência em torno de uma prática, com participação e responsabilidades situadas.
Exemplo: Autores discutem erros recorrentes de validação em protótipos.
Registro contextualizado de uma experiência examinada, com resultado, interpretação, condições de reutilização e limites.
Exemplo: Caso de falha de protocolo acompanhado de sua correção e dos testes realizados.
Capacidade de mobilizar conhecimentos, habilidades e julgamento em situações, examinada por desempenho e critérios contextualizados.
Exemplo: Especificar, implementar e justificar a validação de um comando novo.
Medida definida por propósito, método de cálculo ou observação, unidade, período e limites de interpretação.
Exemplo: Proporção de casos novos resolvidos com justificativa adequada.
Necessidade, pergunta, problema, oportunidade ou lacuna que motiva organizar, investigar, compartilhar ou utilizar conhecimento, com origem e contexto identificados.
Exemplo: Preparar outra pessoa para executar uma receita com critérios definidos.
Resultado pretendido ao mobilizar um objeto ou representação, declarado para um participante e contexto e acompanhado de critérios de verificação.
Exemplo: Reduzir a dificuldade de localizar a versão vigente de um procedimento.
Conjunto de atribuições assumidas em uma situação, distinto da identidade da pessoa.
Exemplo: Autor, curador, aprendiz, pesquisador ou responsável pela gestão.
Vínculo situado entre sujeito, papel, atividade ou decisão, com período e escopo.
Exemplo: A mesma pessoa contribui como autora e registra separadamente sua atuação na revisão.
Atribuição explícita de dever e âmbito de atuação a um sujeito em determinado papel, incluindo o que deve propor, examinar, decidir ou executar.
Exemplo: Curador responsável pela revisão de uma versão no contexto especificado.
Escolha registrada entre alternativas, com fundamento, responsável humano, data, alvo e limites, decorrente de avaliação ou de outra justificativa explícita.
Exemplo: Revisar uma regra após resultado contrário, preservando a evidência.
Intervenção proposta ou realizada sobre objeto, relação, representação ou condição de uso, vinculada a uma decisão e a um responsável.
Exemplo: Publicar uma versão autorizada ou sinalizar uma orientação descontinuada.
Disponibilização contextualizada de representações ou experiências para participantes e finalidades, conforme condições de acesso e interpretação.
Exemplo: Oferecer uma ficha e demonstração para quem está iniciando uma prática.
Mobilização de objeto, relação ou representação já existente em novo uso ou Jornada, com referência à identidade, versão e condições aplicáveis.
Exemplo: Duas Jornadas referenciam OC-DOC-001 sem duplicar seu identificador.
Conjunto organizado de registros, decisões, versões e experiências preservados para continuidade, recuperação e interpretação histórica, sem esgotar o saber tácito.
Exemplo: Histórico de alterações e lições aprendidas de uma prática.
Atividade governada de manter registros, vínculos e condições de acesso e interpretação pelo tempo necessário à continuidade e à memória.
Exemplo: Conservar a versão substituída e o vínculo com sua sucessora.
Conjunto de papéis, regras, critérios, responsabilidades, decisões e controles que orientam integridade, acesso, publicação e evolução do conhecimento no LAC.
Exemplo: Definir quem revisa, quem autoriza e como registrar a mudança.
Unidade de registro do percurso realizado, delimitada por participantes, contexto e início/fim declarados; pode atravessar 0..N Jornadas e incluir navegação livre.
Exemplo: Uma sessão consulta soma, depuração e depois uma referência sem Jornada selecionada.
Parte ordenada e identificada de uma sessão que referencia 0..1 Jornada e sua versão; zero representa navegação livre.
Exemplo: SEG-ALG-003 pertence a NAV-ALG-001 e não referencia Jornada.
Registro elementar que relaciona 1 registro de origem a 1 afirmação-alvo, sob 1..N critérios, explicitando contexto e limites.
Exemplo: Uma explicação é interpretada para uma afirmação sobre dificuldade de atribuição.
Agregação de 1..N interpretações de evidência para 1 mesma afirmação-alvo, preservando as origens, divergências e limites.
Exemplo: Uma síntese reúne interpretação de explicação e de execução sobre a mesma dificuldade.
Exame de 1 alvo identificado e sua versão pertinente, com critérios, evidências, conclusão, limites e responsável humano.
Exemplo: AV-APR-001 examina uma afirmação de aprendizagem; AV-PES-001 examina uma afirmação de pesquisa.
Agrupamento de 1..N registros de avaliação sob uma finalidade, preservando seus alvos, critérios e conclusões distinguíveis.
Exemplo: AV-COMP-001 agrupa avaliações de pesquisa e aprendizagem sem fundir seus resultados.
Ocorrência concreta de 1 atividade especificada, com participantes, contexto, condições, tempo e resultados próprios.
Exemplo: Duas pessoas executam a mesma atividade em momentos diferentes, gerando registros distintos.
Revisão governada de objetos, relações, representações, recursos ou processos, distinta da aprendizagem de uma pessoa.
Exemplo: Corrigir uma tabela de execução não comprova que um aprendiz passou a compreender atribuição.
Restrições de registros estruturados, sujeitas à validação humana. Mínimos podem depender da etapa do ciclo. Navegação livre é admitida, sem Jornada previamente selecionada.
| Origem | Predicado | Destino | Restrições propostas |
|---|---|---|---|
| Objeto de Conhecimento | refere-se a | Objeto investigado ou conhecido | 1..N recortes por objeto; 0..N objetos por recorte |
| Objeto investigado ou conhecido | recorta | Referente | 1..N referentes por recorte; 0..N recortes por referente |
| Malha | integra | Objeto de Conhecimento | 0..N objetos por Malha; 1 Malha LAC por objeto integrado |
| Objeto de Conhecimento | possui | Representação | 0..N representações por objeto em elaboração; 1..N ao publicar; 1..N objetos por representação composta |
| Objeto de Conhecimento | reúne | Conceitos, relações e contexto | Ao integrar: pelo menos 1 conceito e 1 contexto; relações revisadas conforme escopo |
| Jornada | referencia e contextualiza | Objeto de Conhecimento | 1..N objetos por Jornada estruturada; 0..N Jornadas por objeto |
| Sessão de navegação | pode percorrer | Jornada + versão | 0..N Jornadas por sessão; 0..N sessões por Jornada |
| Sujeito | realiza | Sessão de navegação | 1..N participantes por sessão; 0..N sessões por sujeito |
| Sessão de navegação | contém | Segmento de navegação | 0..N ao iniciar; 1..N ao detalhar sessão não vazia; 1 sessão por segmento |
| Segmento de navegação | referencia | Jornada + versão | 0..1 Jornada por segmento; 0..N segmentos por Jornada; zero indica navegação livre |
| Sessão de navegação | produz | Registro de uso ou resultado | 0..N registros por sessão; 1 sessão de origem por registro direto |
| Registro | fundamenta | Interpretação de evidência | 0..N interpretações por registro; 1 registro de origem por interpretação |
| Interpretação de evidência | refere-se a | Afirmação-alvo | 1 alvo por interpretação; 0..N interpretações por alvo |
| Interpretação de evidência | utiliza | Critério | 1..N critérios por interpretação; 0..N interpretações por critério |
| Síntese de evidências | agrega | Interpretação de evidência | 1..N interpretações para 1 mesmo alvo; origens preservadas; 0..N sínteses por interpretação |
| Afirmação | é sustentada ou contestada por | Evidência | 0..N evidências por afirmação; 0..N afirmações por evidência |
| Evidência | tem origem em | Fonte | 1..N fontes por evidência; 0..N evidências por fonte |
| Conceito | é nomeado por | Termo | 1..N termos por conceito registrado; 1..N conceitos por termo, com sentido contextual |
| Classificação | associa | Objeto, faceta e categoria | Cada atribuição: 1 objeto, 1 faceta e 1 categoria; objeto pode ter 0..N atribuições |
| Versão | é versão de | Objeto, relação ou representação | 1 entidade por versão; 1..N versões por entidade versionada |
| Registro de avaliação | examina | Afirmação, relação, representação ou resultado de aprendizagem | 1 alvo por registro; 0..N registros por alvo |
| Avaliação composta | agrupa | Registro de avaliação | 1..N registros por composição; 0..N composições por registro |
| Máquina de Conhecimento | apoia operações sobre | Malha | Interface operacional proposta; não implica implementação existente |
| Knowgrama | é um tipo de | Representação | Especialização conceitual, não cardinalidade |
| Jornada | inclui | Atividade | 1..N atividades por Jornada estruturada; 0..N Jornadas por atividade reutilizável |
| Sujeito | participa de | Execução de atividade | 1..N participantes por execução; 0..N execuções por sujeito |
| Execução de atividade | realiza | Atividade especificada | 1 atividade por execução; 0..N execuções por especificação |
| Execução de atividade | produz | Resultado observado | 0..N resultados registrados; 1 execução de origem por registro direto |
| Inferência | utiliza | Premissa e procedimento | 1..N premissas e 1 procedimento ou modelo identificável por inferência registrada |
| Inferência | propõe | Afirmação | 1..N conclusões por inferência; 0..N inferências por afirmação |
| Explicação | explicita | Afirmação, decisão ou resultado | 1..N alvos por explicação; 0..N explicações por alvo |
| Feedback | compara | Produção observada e critério | 1..N produções e 1..N critérios por retorno avaliativo |
| Afirmação ou relação | pode declarar | Incerteza ou pressuposto | 0..N registros por alvo; cada registro identifica seu alvo e contexto |
| Contribuição colaborativa | é atribuída a | Sujeito | 1..N responsáveis identificados por contribuição |
| Indicador | examina aspecto de | Processo, uso, aprendizagem ou aplicação | 1 finalidade explícita por definição; 0..N observações ao longo do tempo |
| Demanda | motiva | Objetivo de uso | 1..N objetivos por demanda estruturada; 1..N demandas por objetivo compartilhado |
| Objetivo de uso | orienta seleção de | Objeto, representação ou Jornada | 1..N alvos por objetivo aplicado; 0..N objetivos por alvo |
| Participação | vincula | Sujeito e papel em contexto | 1 sujeito, 1 papel e 1 escopo por participação; sujeito pode ter 0..N participações |
| Responsabilidade | é atribuída a | Participação | 1 participação responsável por atribuição; 0..N responsabilidades por participação |
| Avaliação | pode fundamentar | Decisão | 0..N decisões por avaliação; 0..N avaliações por decisão; toda decisão tem fundamento registrado |
| Decisão | é assumida por | Participação humana responsável | 1 responsável principal por decisão; colaboradores ou aprovadores adicionais identificados |
| Decisão | autoriza ou propõe | Ação de gestão | 0..N ações por decisão; 1 decisão autorizadora por execução formal registrada |
| Ação de gestão | afeta | Objeto, relação, representação ou condição de uso | 1..N alvos por ação; 0..N ações por alvo |
| Ação executada | gera | Evento de transição ou registro de manutenção | 1..N registros por execução concluída; sem exigir mudança de versão em manutenção sem alteração |
| Compartilhamento | disponibiliza | Representação para público e objetivo | 1..N representações, 1 público definido e 1..N objetivos por registro de compartilhamento |
| Reutilização | referencia | Objeto e versão | 1 objeto e versão identificada por registro; 0..N reutilizações por versão |
| Preservação | mantém | Registros da memória de conhecimento | 1..N registros por ação de preservação; 0..N ações ao longo da vida do registro |
Explore as relações propostas entre objetos, representações, Malha, Jornadas, pessoas, evidências, avaliações e gestão do conhecimento. Cada seta corresponde a uma linha da tabela do item 4 acima, com o predicado e a restrição completos disponíveis na inspeção.
Arraste entidades para ajustar a disposição; arraste o fundo para deslocar. Use os botões ou Ctrl + roda do mouse para ampliar. Selecione um grupo para ler suas ligações. Pelo teclado, Tab percorre entidades e relações; Enter inspeciona; setas movem a entidade em foco. A abertura mostra o primeiro grupo para facilitar a leitura; escolha “Todos — visão geral” para explorar o conjunto. Os ajustes ficam apenas nesta sessão.
Finalidade: apoiar a compreensão do modelo do Conhecimento e a revisão de suas relações, cardinalidades e condições de uso. O grafo representa relações conceituais propostas, não instâncias observadas, sequência obrigatória ou validação empírica.
Fonte única: tabela “4. Relações e cardinalidades propostas” desta página. Os dados são lidos diretamente de suas 47 linhas, evitando uma cópia independente. Direção, predicados, cardinalidades, condições e inversas são preservados.
Leitura: a restrição indica quantidade de destinos por ocorrência da origem, com condições e inversas quando informadas. Rótulos compostos, como “Objeto, faceta e categoria”, são mantidos como um nó de leitura; não representam uma única entidade atômica. Termos genéricos e específicos — como “Atividade” e “Atividade especificada”, ou “Avaliação” e “Registro de avaliação” — permanecem distintos conforme a tabela. “É um tipo de” indica especialização, não multiplicidade. A inspeção preserva essa ressalva. Separação entre grupos não demonstra ausência de outras relações: o recorte contém apenas as linhas desta tabela.
Uso: examine a tabela e a inspeção para ler a restrição completa. A exportação JSON inclui todas as relações, independentemente dos filtros. Não há envio de dados, armazenamento automático das posições ou integração com banco de dados.
As relações devem possuir direção, contexto, justificativa e, quando necessário, validade temporal, fonte e versão. “É tipo de” e “faz parte de” não são intercambiáveis.
Mantém objetos e relações reutilizáveis, independentemente de um percurso particular.
Seleciona um recorte da Malha, objetivos, representações, atividades e evidências esperadas.
Registra o percurso real, inclusive desvios, retornos e escolhas.
Inclui compreensão, dúvida, esforço e descoberta, examinados com atividades, relatos e resultados adequados.
A Jornada referencia objetos, sem ser proprietária deles. Reutilizar o mesmo objeto em outra Jornada não exige duplicar sua identidade. Logs são registros de uso; sua interpretação como evidência de aprendizagem exige critérios e resultados adicionais.
Uma sessão pode percorrer várias Jornadas ou nenhuma. Ao detalhá-la, identificar seus segmentos ordenados, cada qual com 0..1 Jornada e versão; revisitas são admitidas. Início, fim, participantes e contexto delimitam a sessão; esta página não impõe um tempo técnico universal de expiração. Atividade planejada e sua execução também têm identidades distintas.
A rede descreve conexões semânticas. Um grafo as formaliza ou materializa com nós, arestas e propriedades. JSON, RDF, D3.js, banco relacional ou banco de grafos são escolhas de representação e implementação; nenhuma delas é condição para a existência conceitual da Malha.
Apoia captura, transformação, consulta, seleção de subgrafos, composição de Jornadas, registro de Navegação e revisão. Capacidades aqui descritas são interfaces conceituais propostas; esta página não demonstra sua implementação. Julgamento, autoria e autorização permanecem atribuídos a responsáveis humanos.
Um objeto admite múltiplas classificações. Toda atribuição deve declarar a dimensão utilizada, sua finalidade e justificativa. As categorias abaixo são um conjunto inicial, não uma taxonomia universal.
| Faceta | Categorias ilustrativas | Uso |
|---|---|---|
| Conteúdo | Factual, conceitual, procedimental, metacognitivo | Identificar o que deve ser compreendido ou executado. |
| Finalidade | Declarativo, procedimental, condicional | Distinguir saber o quê, como, quando e por quê. |
| Forma de explicitação | Tácito, explícito, implícito | Escolher estratégias de explicitação, observação e compartilhamento. |
| Sujeito ou âmbito social | Individual, coletivo, organizacional | Identificar quem conhece ou sustenta a prática. |
| Origem ou modo de produção | Experiencial, científico, técnico, documental | Registrar como foi produzido; categorias podem se sobrepor. |
| Aplicação | Teórica, prática, normativa, operacional, estratégica | Orientar a seleção de atividades e representações. |
“Procedimental” pode aparecer em mais de uma dimensão: a atribuição deve identificar sua faceta. “Contestado”, “histórico” e “publicado” são tratados nesta proposta como estados ou condições do ciclo, não como tipos da mesma hierarquia.
Exemplo: OC-PLAC-001 é conceitual quanto às regras, procedimental quanto à implementação e condicional quanto à decisão de aceitar um comando; parte de sua representação é explícita.
Demanda → aquisição → interpretação → transformação → avaliação → integração → uso → novas evidências → revisão. É uma referência iterativa, com retornos e atividades simultâneas.
| Operação | Registro necessário | Possível resultado |
|---|---|---|
| Receber entrada | Original, origem, autoria, data e condições | Pergunta, fonte, observação ou dado preservado. |
| Interpretar | Sentido atribuído, contexto e ambiguidades | Conceitos ou afirmações candidatos. |
| Inferir | Premissas, método e justificativa | Conclusão proposta, distinguível do conteúdo da fonte. |
| Transformar | O que mudou e qual significado deve ser preservado | Texto, tabela, modelo, knowgrama ou grafo. |
| Avaliar | Critérios, evidências, limites e responsável | Decisão favorável, objeção ou revisão. |
| Integrar | Identidade, relações e versões afetadas | Novo objeto, nova versão, relação, representação ou evidência. |
Socialização, externalização, combinação e internalização, presentes nos anexos, descrevem movimentos possíveis entre experiência e explicitação. Não constituem etapas rígidas nem garantem aprendizagem. Externalizar produz uma representação parcial; internalizar exige apropriação por prática e reflexão.
Regra de fidelidade: converter texto em knowgrama, JSON ou grafo requer verificar perdas, simplificações e mudança de contexto. Preservar a distinção entre citação, interpretação, inferência e decisão.
Uma atividade mobiliza conhecimentos e produz resultados. Esses resultados são interpretados segundo critérios; inferências propõem conclusões; explicações mostram seu encadeamento; feedback orienta o participante e pode provocar revisão. Nenhuma passagem é automática.
Definir objetivo, participante, recursos, condições e produção esperada.
Preservar o registro observado; declarar qual afirmação ele sustenta ou contesta e por quais critérios.
Indicar premissas, regra ou modelo, conclusão e limites. Distinguir dedução, generalização e hipótese quando necessário.
Mostrar por que uma conclusão ou decisão foi proposta, com linguagem adequada ao participante.
Comparar produção e critérios e indicar uma próxima ação concreta, sem reduzir o participante a uma pontuação.
Decidir se o retorno exige alterar compreensão, atividade, afirmação, objeto, representação ou Jornada.
Selecione um cenário didático. O painel oferece perguntas de revisão, sem atribuir validade automática.
| Campo | O que registrar |
|---|---|
| Alvo | Identificador da afirmação, relação ou decisão examinada. |
| Lacuna ou divergência | O que ainda não foi observado ou por que as fontes divergem. |
| Premissas e pressupostos | Condições admitidas e sua sustentação. |
| Procedimento de inferência | Regra, método ou modelo e passos relevantes. |
| Conclusão e alcance | O que se pode afirmar e para quais condições. |
| Grau de sustentação | Descrição justificada; número apenas quando houver método de estimativa definido. |
| Próximo exame | Teste, fonte ou atividade que pode reduzir a incerteza. |
Uma explicação plausível ou fluente não garante uma conclusão correta. Na participação da IA, registrar fontes e justificativas verificáveis; não exigir nem presumir acesso ao raciocínio interno do sistema.
A ocorrência da aprendizagem é uma transformação do sujeito; manifestação observável, registro, interpretação como evidência e juízo de avaliação são elementos distintos. A verificação não causa a aprendizagem. Revisar a Malha ou uma representação não equivale a demonstrar transformação do aprendiz.
Experiência → reflexão → conceituação → nova experimentação é um percurso possível apresentado pelo anexo. Pode orientar uma atividade, com retornos e outras sequências. Não constitui uma lei universal nem justifica classificar pessoas em estilos fixos de aprendizagem.
Estas perspectivas complementam as facetas de classificação do conteúdo e podem atravessar qualquer objeto, atividade ou Jornada.
| Dimensão | Pergunta orientadora | Registro ou apoio possível |
|---|---|---|
| Cognitiva | O participante compreende, explica, aplica e reconhece seus limites? | Produção, explicação, desempenho em caso novo e reflexão. |
| Social | Quem contribui, negocia significados e revisa? | Autoria das contribuições, decisões e feedback entre participantes. |
| Cultural | Que linguagem, valores e práticas influenciam a interpretação? | Termos, pressupostos e condições de tradução ou contextualização. |
| Prática | Em que situação o conhecimento é mobilizado e com que resultado? | Condições da tarefa, observação e lição aprendida. |
| Método ou recurso | Produção possível | Limite a examinar |
|---|---|---|
| Entrevista | Relato, decisões e heurísticas de um participante | Memória seletiva, interpretação e influência das perguntas. |
| Observação | Registro da execução, condições e ocorrências | Viés do observador e situações não observadas. |
| Revisão documental | Trechos, conceitos, versões e posições de fontes | Atualidade, contexto e rastreabilidade das referências. |
| Prototipação e experimento | Casos, medições e resultados de teste | Representatividade e condições da execução. |
| Diagramas e mapeamento | Representações usadas para elicitar ou conferir relações | Não são, por si, fontes independentes nem provas do conteúdo. |
Uma pessoa, comunidade, Jornada ou sistema pode utilizar objetos compartilhados. Reutilização exige identificador, versão, contexto, permissões aplicáveis e condições de interpretação. Disponibilizar uma representação não garante transferir integralmente o conhecimento tácito nem a compreensão.
Gestão do conhecimento: objetivos orientam prioridades; competências indicam capacidades necessárias; comunidades de prática apoiam colaboração; lições aprendidas preservam experiências; governança define responsabilidade. Essas são interfaces do modelo, sem impor uma estrutura organizacional única ao LAC.
Todo indicador requer finalidade, unidade, período, método, responsável e limites. As famílias abaixo não são equivalentes e devem permanecer separadas na avaliação.
| Família | Exemplo de indicador | O que permite examinar | O que não demonstra isoladamente |
|---|---|---|---|
| Processo | Tempo entre submissão e revisão, com datas definidas | Funcionamento do fluxo editorial ou de curadoria. | Qualidade conceitual ou aprendizagem. |
| Uso e participação | Sessões, atividades realizadas e contribuições identificadas | Adoção e padrões de interação. | Compreensão ou competência. |
| Aprendizagem | Resolução de casos novos, explicação e comparação com critério | Desempenho e possíveis mudanças na compreensão. | Transferência universal ou retenção de longo prazo. |
| Aplicação e impacto | Erros ou retrabalho em tarefas comparáveis, antes e depois | Utilidade em um contexto e sob condições registradas. | Causalidade atribuível apenas ao LAC, sem desenho de avaliação adequado. |
| Percepção | Satisfação e dificuldade relatadas | Experiência declarada pelo participante. | Desempenho ou aprendizagem comprovados. |
O anexo menciona aumento de retenção de “até 60%”, mas não identifica o estudo correspondente no trecho. Esse número não foi adotado como evidência ou meta nesta página.
O modelo organiza entidades e restrições; a gestão utiliza essas estruturas para priorizar necessidades, orientar uso, avaliar resultados e decidir intervenções. A decisão pode determinar manutenção, nova revisão, publicação, substituição ou preservação.
| Etapa | Registro mínimo | Limite |
|---|---|---|
| Demanda e objetivo | Origem, participante, necessidade, contexto e resultado pretendido | Não organizar conteúdo sem finalidade identificável. |
| Participação e responsabilidade | Sujeito, papel, escopo, período e atribuições | Uma pessoa pode acumular papéis; distinguir suas atuações. |
| Avaliação | Alvo e versão, critérios, evidências, limites e conclusão | A avaliação não equivale automaticamente a aprovação editorial. |
| Decisão | Responsável humano, data, alternativas, fundamento, resultado e alcance | Uma recomendação da IA não autoriza a execução por si só. |
| Ação | Tipo, alvo, autorização e situação: proposta ou executada | Registrar decisão não executa publicação nem substituição. |
| Evento e memória | Antes e depois, execução, data, responsável, justificativa e sucessor quando houver | Preservar rastreabilidade e sinalizar vigência. |
Compartilhar torna uma representação ou experiência acessível para um público e finalidade. Reutilizar mobiliza um objeto existente em outra situação, preservando identidade, versão e contexto. Preservar mantém registros e vínculos necessários à continuidade, sem confundir arquivo histórico com orientação vigente.
Não se exige extrair integralmente o conhecimento tácito de uma pessoa. Prática acompanhada, mediação e experiência continuam relevantes. Indicadores de rastreabilidade, busca e retrabalho devem declarar método e condições, sem se tornarem medidas automáticas de aprendizagem.
Consultar Gestão do Conhecimento no LAC — nome canônico definido por Walter. O link pressupõe a página em /conhecimento/gestao_conhecimento_lac.html.
O Objeto de Conhecimento pode manter sua identidade enquanto conteúdos, relações, representações e versões evoluem. O modelo separa atividade de trabalho, avaliação, publicação e vigência para evitar um único campo de status ambíguo.
| Dimensão | Valores ilustrativos | Pergunta |
|---|---|---|
| Trabalho | Identificado, em elaboração, em revisão | Que atividade está ocorrendo? |
| Avaliação | Proposta, em avaliação, validada no escopo, contestada, rejeitada no escopo | Com que sustentação e critérios? |
| Disponibilização | Rascunho, publicada, acesso restrito, retirada | Onde e para quem a versão está disponível? |
| Vigência | Atual, substituída, descontinuada | Esta versão deve orientar o uso atual? |
| Uso e preservação | Em uso: registros de ativação; histórica: finalidade de preservação | Como é utilizada ou conservada? |
“Substituída” pertence à vigência e não aparece entre os estados de avaliação.
| Evento | Condição | Registro resultante |
|---|---|---|
| Submeter à avaliação | Versão candidata identificada, com contexto e critérios | Avaliação iniciada e responsável identificado. |
| Validar no escopo | Critérios atendidos e justificativa registrada | Decisão datada, escopo e evidências vinculados. |
| Publicar | Versão aprovada conforme política aplicável e autorização humana | Canal, público, versão e data de publicação. |
| Revisar | Mudança, erro, contraexemplo ou retorno de uso identificado | Motivo e impacto; versão de trabalho sem apagar a anterior. |
| Substituir | Sucessor identificado e decisão justificada | Vínculo entre versões, recomendação atual e histórico. |
| Descontinuar e preservar | Uso atual não recomendado; decisão e condições explicitadas | Sinalização de descontinuação e preservação histórica quando necessária. |
Todo evento relevante registra origem, destino, responsável, data, justificativa, evidências e versões. Publicação não prova validade permanente; contestação pode coexistir com disponibilidade, exigindo sinalização e decisão responsável.
Exemplo didático. Os resultados abaixo são hipotéticos; nenhum teste físico foi executado para esta página.
| Referente / objeto | Placar eletrônico / recorte: validação do comando antes da atualização do estado. Objeto de Conhecimento do LAC: OC-PLAC-001, identidade ilustrativa estável. |
|---|---|
| Sujeito e finalidade | Aprendiz que precisa explicar e implementar uma atualização consistente. |
| Contexto | Protótipo com Arduino UNO R3; contrato de comando a especificar. |
| Dado e informação | Registro “3:1”; interpretado, conforme contrato, como pontuação de duas equipes. |
| Afirmação A-001 | Um comando fora do formato aceito deve ser rejeitado, preservando o placar atual. |
| Fonte e representação | Especificação do protocolo e código versionado; regra descrita em texto e tabela de decisão. |
| Evidência esperada | Registro de entrada inválida, resposta de rejeição e estado anterior e posterior iguais. |
| Justificativa | Comparar o comportamento registrado com o critério de preservação do estado. |
| Aprendizagem observável | O aprendiz explica o motivo da validação e resolve um caso novo sem copiar o exemplo. |
| Aplicação e revisão | Usar a regra no firmware; se um caso inválido alterar o estado, registrar a divergência e revisar a implementação ou a especificação. |
| Jornada e Navegação | Jornada planejada: compreender a regra, comparar comandos e executar um teste. Navegação hipotética: consultar a tabela, retornar ao protocolo e refazer o caso. Compreensão deve ser examinada pela explicação e pelo desempenho. |
| Representações do mesmo objeto | Especificação textual, tabela de decisão, knowgrama e registro JSON, relacionados ao identificador OC-PLAC-001. |
| Atividade e resultado hipotético | Enviar um comando inválido e comparar estado anterior e posterior. Resultado ilustrativo: placar preservado em 3:1. |
| Inferência e limite | O registro sustenta a preservação no caso examinado, nas condições do teste. Não demonstra todos os comandos, todas as versões ou todas as falhas do canal. |
| Explicação e feedback | Explicar a relação entre formato, rejeição e estado preservado. Retorno ao aprendiz: a regra foi descrita; acrescente sua justificativa e um contraexemplo possível. |
| Incerteza e próximo exame | Comandos truncados ainda não examinados. Definir casos adicionais e registrar condições, resultados e versões. |
| Estado | Trabalho: em elaboração; avaliação: proposta; disponibilização: rascunho do exemplo; vigência: candidata. Nenhum teste físico realizado. |
Exemplo de modelagem proveniente da página de gestão. Não são apresentados testes empíricos, resultados de produção ou parâmetros técnicos validados.
| Elemento | Instância proposta |
|---|---|
| Demanda e objetivo | Preparar outro participante para executar e explicar etapas de uma receita em condições definidas. |
| Referente e recorte | Prática de produção; recorte: organização e aprendizagem de um procedimento. |
| Objeto de Conhecimento | OC-DOC-001 — procedimento da receita, com identidade ilustrativa estável. |
| Representações | Ficha técnica, procedimento, demonstração e registro de observação vinculados ao objeto. |
| Jornada e Navegação | Planejar leitura, demonstração, prática e explicação; registrar a execução real e seus retornos. |
| Participações | Pessoa experiente como autora; participante como aprendiz; responsável identificado para revisão e autorização. |
| Avaliação | Examinar produção e explicação conforme critérios previamente definidos, com registro das condições. |
| Decisão hipotética | Se a instrução for ambígua, propor revisão, com fundamento e responsável; não concluir que houve falha de aprendizagem apenas por essa ambiguidade. |
| Ação e versão | Revisar a representação; criar nova versão se houver alteração relevante; manter a identidade quando o objeto permanecer o mesmo. |
| Memória e reutilização | Preservar histórico e lição aprendida; outra Jornada pode referenciar o mesmo objeto e a versão adequada. |
| Indicador | Examinar tarefas comparáveis e critérios de formação; acesso à ficha não demonstra competência. |
Teste conceitual de adequação: o exemplo do placar enfatiza regras e testes; este enfatiza experiência, explicitação parcial e mediação. Ambos exigem contexto, evidência e governança.
Preencha um pequeno registro e exporte em JSON. Os campos permanecem apenas nesta página enquanto ela estiver aberta; use a exportação para conservá-los.
Preenchimento não equivale a validação. A decisão cabe ao responsável, com exame das evidências.
Consultar a visão integradora no modelo geral do LAC
Investiga um objeto e produz resultados que podem ampliar, contestar ou reorganizar conhecimentos. Seus resultados precisam de avaliação.
Abrir modelo de referência da pesquisaLink relativo: requer o arquivo de pesquisa na mesma pasta.
A aprendizagem transforma a compreensão e a capacidade do sujeito; Jornadas planejadas orientam percursos; Navegação registra sua realização; relatos documentam parcialmente a experiência; aplicação produz retorno para revisão.
Vocabulário define termos; ontologia explicita tipos e relações; banco de conhecimento organiza registros; knowgramas oferecem representações exploráveis.
Gestão do conhecimento: gestao_conhecimento_lac.html utiliza as entidades e regras deste modelo para organizar, compartilhar, preservar e orientar decisões.
Localização definida para esta página: /fundamentos/modelo_conceitual_referencia_conhecimento_lac.html. Imagem: assets/img/knowgrama_conhecimento_lac.png, relativa à pasta da página, correspondendo a /fundamentos/assets/img/knowgrama_conhecimento_lac.png.
Checklist de revisão nesta sessão, sem persistência automática.
Base: anexo modelo_conceitual_referencia_conhecimento_lac(5).html v1.4; matriz MAT-INT-MCR-LAC-001 v1.1; modelo geral do LAC v2.4 atualizado em 30/10/2026. Os conteúdos históricos permanecem como proveniência.
| Ponto da matriz | Tratamento nesta página |
|---|---|
| INT-01 / 17 | Integração de quatro modelos e ligação com a visão geral. |
| INT-02 / 03 / 14 | Distinções de referente, recorte, objeto semântico e representação. |
| INT-05 / 06 · DH-03 | Sessão/percurso com 0..N Jornadas; segmentos com 0..1; navegação livre mantida. |
| INT-07 · DH-06 | Atividade especificada distinta de sua execução. |
| INT-09 · DH-05 | Interpretação elementar e síntese de evidências explicitadas. |
| INT-10 · DH-04 | Registro por alvo e avaliação composta separados. |
| INT-11 / 12 / 13 | Avaliações próprias, aprendizagem humana, evolução e responsabilidade. |
| INT-18 / 19 / 20 | Exemplo JSON v1.1, proveniência e pendências externas declaradas. |
| Caso | Resultado esperado | Como conferir |
|---|---|---|
| CV-01 · Navegação | 1 sessão, 2 Jornadas, 3 segmentos, incluindo navegação livre. | JSON: NAV-ALG-001 e SEG-ALG-001 a 003. |
| CV-02 · Alvos diferentes | 1 avaliação composta, 2 registros de avaliação, 2 afirmações-alvo. | JSON: AV-COMP-001, AV-PES-001 e AV-APR-001. |
| CV-03 · Múltiplas origens | 2 registros observados, 2 interpretações para o mesmo alvo e 1 síntese. | JSON: REG-ALG-001/002, EV-PES-001/002 e SYN-PES-001. |
| CV-04 · Reutilização | Referências a OC-ALG-001@1 preservam identidade, inclusive entre usos distintos. | Objeto externo declarado; vínculos identificam versão. |
| CV-05 · Especificação e execução | 2 execuções diferentes da mesma atividade podem ter participantes e resultados próprios. | Conferir em instâncias reais durante homologação. |
| CV-06 · Limites | Exportação sintética e referências externas não são integração operacional nem aprendizagem medida. | Natureza sintética e limites explícitos no arquivo. |
Limite da conclusão: as decisões foram aplicadas documentalmente neste modelo como propostas para revisão. A integridade dos quatro modelos permanece parcial até propagar e conferir as regras em Pesquisa e Aprendizagem, revisar as representações derivadas e confrontar vocabulário, ontologia e Metamodelo vigentes. Aprovação humana e publicação não foram verificadas. O link para o modelo geral pressupõe seu nome canônico na mesma pasta /fundamentos/; conferir o destino no ambiente de publicação.
Incluído grafo interativo derivado diretamente das 47 linhas da tabela do item 4, preservando 65 rótulos literais de origem/destino. Há inspeção dos predicados e restrições completas, filtro por grupo, busca, zoom, movimentação e exportação JSON. A tabela é a fonte única do grafo; seus enunciados não foram alterados. A exportação do laboratório e a do exemplo de integração passam a identificar o modelo como v1.6, sem mudança das regras comuns v1.1.
Integração de quatro modelos; regras de cardinalidade reconciliadas nesta página; catálogo e glossário ampliados; exportação sintética atualizada para regras de integração v1.1. A imagem v1.4 foi preservada e identificada. As referências e decisões das versões anteriores abaixo são históricas, não evidência de nova consulta aos respectivos arquivos.
Consolidação v1.3: versão de trabalho v1.2 desenvolvida nesta conversa, cotejada com o modelo v1.0 reenviado como modelo_conceitual_referencia_conhecimento_lac(1).html e com gestao_conhecimento_lac.html. As fontes anteriores continuam listadas para preservar a proveniência. Os nomes identificam as cópias analisadas; não pressupõem publicação ou homologação de seu conteúdo.
| Arquivo consultado | Contribuição | Tratamento no MCR-CON-LAC |
|---|---|---|
| Conhecimento(20261020-140251).html | Dimensões cognitivas, sociais, culturais e práticas; fatos, regras, heurísticas e metaconhecimento. | Síntese ampla; generalizações sobre independência de contexto não foram adotadas. |
| objeto_de_conhecimento_lac(1).html | Objeto como unidade semântica identificável, reutilização e identidade na Malha. | Origem da distinção entre recorte investigado e objeto estruturado do LAC. |
| componentes_conhecimento_lac(1).html | Conceito, termo, significado, definição, metadados e temporalidade. | Base para ampliar catálogo e ficha. |
| tipos_conhecimento_lac(1).html | Classificações complementares por critérios. | Facetas mantidas distintas de estados de avaliação e vigência. |
| aquisicao_transformacao_conhecimento_lac(1).html | Demanda, captura, interpretação, transformação, validação e integração. | Original, interpretação, inferência e decisão explicitados. |
| ciclo_vida_conhecimento_lac(1).html | Etapas, eventos, versões, substituição e preservação. | Status único desdobrado em dimensões propostas nesta página. |
| representacoes_conhecimento_lac(1).html | Identidade semântica e múltiplas formas de expressão. | Conversão exige examinar fidelidade, contexto e perdas. |
| redes_grafos_conhecimento_lac(1).html | Malha, predicados, subgrafos, Jornada, Navegação e operação. | Tecnologias tratadas como escolhas de implementação, não como requisitos conceituais. |
| Conhecimento(20261020-141428).html | Dimensões humanas, métodos de aquisição, aprendizagem experiencial, colaboração, inferência, explicação, gestão e métricas. | Complementos v1.2 com distinções entre conteúdo, método, evidência, técnica de processamento e indicador. |
| modelo_conceitual_referencia_conhecimento_lac(1).html | Cópia v1.0 reenviada pelo autor; definição operacional, estrutura e registro de afirmações. | Cotejada; preservados fundamentos e recuperados complementos já desenvolvidos na v1.2. |
| gestao_conhecimento_lac.html | Demanda, uso, papéis, decisão, memória, compartilhamento e fábrica de doces. | Fonte direta dos complementos de gestão. Nome canônico confirmado por Walter. |
Base estrutural anterior: Modelo Conceitual de Referência da Pesquisa — MCR-PES-LAC v1.1, utilizado para a organização inicial desta página.
Responsabilidade: síntese e implementação com apoio de IA, solicitadas por Walter; autoria das decisões finais e homologação dependem de revisão humana. Os arquivos-fonte foram consultados; o modelo reenviado é o alvo desta consolidação. A página de gestão foi utilizada como fonte, sem modificação de seu conteúdo nesta entrega.
O anexo indica Akerkar e Sajja, Knowledge-Based Systems; Nonaka e Takeuchi, Criação de Conhecimento na Empresa; Davenport e Prusak, Working Knowledge; Polanyi, The Tacit Dimension; e leituras de Senge, Wiig, Brown e Duguid e Stewart.
Essas obras não foram diretamente consultadas nesta atualização. Edições, dados bibliográficos e correspondência entre cada obra e cada afirmação devem ser verificados antes de tratá-las como sustentação direta.
Limites: sem revisão bibliográfica externa nesta versão; vocabulário, ontologia e regras físicas gerais não foram reavaliados. Cardinalidades e harmonizações permanecem propostas. O modelo não mede diretamente estados mentais nem demonstra uma Máquina de Conhecimento já implementada.
Preservados os 59 conceitos anteriores e incluídos 12 complementos de gestão, totalizando 71 entidades. Acrescentadas relações de participação, responsabilidade, decisão, ação, compartilhamento, reutilização e preservação; segunda instância da fábrica de doces; painel de decisões; campos e verificações no JSON. Nome canônico da página de gestão: conhecimento/gestao_conhecimento_lac.html.
O anexo reenviado estava em v1.0; a consolidação recupera o conteúdo de trabalho da v1.2 para evitar regressão. Na v1.3, a imagem disponível era a síntese v1.2 de 59 entidades. Na v1.4, a seção Knowgrama apresenta a imagem atualizada do conhecimento integrado à pesquisa e à aprendizagem; o catálogo preserva os detalhes do modelo.
Incluídos 15 conceitos, painel de suficiência de registros, dimensões humanas, métodos de aquisição, inferência, explicação, feedback, incerteza e métricas. Ampliados relações, exemplo, regras, formulário e glossário. A imagem estrutural v1.1 foi mantida e identificada como visão geral; os novos elementos são explorados no painel conceitual e nas seções complementares.
Incluídos Objeto de Conhecimento do LAC, Malha, Jornada, Navegação, facetas, núcleo semântico, aquisição, ciclo de vida, eventos e fontes. Atualizados knowgrama, catálogo, relações, exemplo, glossário e formulário JSON. Mantida a localização em /fundamentos/ e a referência relativa da imagem.