Modelo conceitual
Representa os conceitos, componentes, papéis, objetos, capacidades e relações essenciais do LAC.
Este documento identifica, descreve e relaciona os componentes constitutivos do Livro Ajustável de Conhecimento. Sua função é oferecer uma linguagem conceitual comum para compreender o sistema, sem substituir o Metamodelo Estrutural, a Arquitetura Conceitual, a Organização do LAC, a Estrutura Física ou os procedimentos operacionais específicos.
A DA-003 restringe o papel do Modelo Conceitual de Referência aos componentes constitutivos do LAC. Os níveis, regras de posicionamento, relações estruturais e critérios gerais de classificação pertencem ao Metamodelo Estrutural.
Metamodelo Estrutural → Modelo Conceitual de Referência → Arquitetura Conceitual → Arquitetura do Sistema → Organização lógica → Estrutura física. Cada documento exerce uma função própria e mantém rastreabilidade com os documentos que o orientam e que dele derivam.
Representa os conceitos, componentes, papéis, objetos, capacidades e relações essenciais do LAC.
Responde à pergunta: quais são os componentes constitutivos do LAC?
Define onde este modelo se posiciona, como se relaciona e quais limites deve respeitar.
A Fundação reúne os documentos que declaram identidade, fronteiras, teoria, princípios e método. O Modelo Conceitual recebe esse contexto fundacional e representa os componentes constitutivos do sistema, sem assumir as funções próprias da Fundação ou do Metamodelo Estrutural.
A Fundação do LAC oferece o contexto constitutivo. O Modelo Conceitual de Referência recebe esse contexto e identifica os componentes essenciais do LAC. O Metamodelo Estrutural permanece como referência superior para níveis, relações, posicionamento e classificação; as arquiteturas e a organização detalham as derivações necessárias à implementação.
Constituição, Delimitação, Teoria, Princípios Fundamentais e Método de Construção do Conhecimento definem o que é o LAC, por que existe, em que limites atua e como transforma conhecimento.
O Modelo Conceitual de Referência integra a Fundação e o sistema; o Knowgrama da Teoria representa visualmente a hipótese, os conceitos e o mecanismo de transformação.
O Posicionamento Científico, o Papel do meulivro.info e o Roteiro de Evolução situam o LAC, distinguem sistema e materialização digital e orientam seu amadurecimento.
Fundação do LAC
│
├── 01. Constituição do LAC
├── 02. Delimitação do LAC
├── 03. Teoria do LAC
├── 04. Princípios Fundamentais
├── 05. Método de Construção do Conhecimento
├── 06. Modelo Conceitual de Referência
├── 07. Knowgrama da Teoria do LAC
├── 08. Posicionamento Científico
├── 09. Papel do meulivro.info
└── 10. Roteiro de Evolução
│
└── orienta Fundamentos, Arquitetura, Operação,
Governança, Qualidade, Pesquisa, Projetos e Domínios
Síntese visual do Modelo Conceitual de Referência do LAC. O diagrama integra identidade, propósito, capacidades, Jornada, Máquina de Conhecimento, Sistema de Navegação, representações, sustentação, riscos, aplicações e evolução.
Este documento oferece uma visão comum dos elementos que constituem o LAC e das relações essenciais entre eles. Não é catálogo físico do site, metamodelo de classificação nem especificação detalhada de arquitetura, operação ou implantação.
Sistema, Jornada, Máquina de Conhecimento, navegação, domínios, objetos de conhecimento, representações, papéis, entregas, governança, qualidade, memória, linguagens e demais componentes necessários à compreensão do LAC.
Define nomes, significados, limites e relações essenciais para que Fundação, Arquitetura, Organização, Governança, Operação, Pesquisa, Projetos e Domínios trabalhem sobre uma base conceitual compatível.
A classificação deve separar identidade principal, natureza, organização, capacidades e mecanismos de sustentação.
LAC
│
├── Camada constitutiva
│ └── Fundação do LAC
│ ├── Constituição
│ ├── Delimitação
│ ├── Teoria
│ ├── Princípios Fundamentais
│ ├── Método de Construção do Conhecimento
│ ├── Modelo Conceitual de Referência
│ ├── Knowgrama da Teoria
│ ├── Posicionamento Científico
│ ├── Papel do meulivro.info
│ └── Roteiro de Evolução
│
├── Identidade principal
│ └── Sistema de Conhecimento
│
├── Natureza
│ └── Sistema Sociotécnico
│
├── Organização
│ └── Sistema orientado por Jornadas
│
├── Capacidades de transformação
│ ├── Sistema de Engenharia do Conhecimento
│ ├── Gestão de Portfólio, Programas e Projetos
│ ├── Pesquisa e Desenvolvimento
│ └── Desenvolvimento, Implantação e Transição
│
├── Capacidades comportamentais
│ ├── Sistema de Aprendizagem
│ ├── Sistema Adaptativo
│ ├── Sistema de Apoio à Decisão
│ └── Sistema de Pesquisa e Inovação
│
├── Capacidades operacionais
│ ├── Sistema Informacional
│ ├── Sistema Transacional
│ ├── Sistema de Processos e Fluxos de Trabalho
│ ├── Sistema Editorial e de Gestão de Conteúdo
│ ├── Sistema de Navegação do Conhecimento
│ │ ├── Navegação Física
│ │ └── Navegação Conectiva
│ │ ├── Navegação Semântica
│ │ ├── Navegação Contextual
│ │ ├── Navegação Operacional
│ │ └── Navegação Cognitiva
│ └── Sistema de Memória
│
└── Capacidades de continuidade
├── Sistema de Governança
├── Sistema de Qualidade
├── Sistema de Segurança e Confiança
└── Sistema de Sustentabilidade
Transforma informação, experiência e demanda em conhecimento estruturado, contextualizado, utilizável e evolutivo.
Depende da integração entre pessoas, papéis, processos, tecnologias, normas, valores, conteúdos e decisões.
A Jornada é a unidade organizadora que conecta demanda, transformação, entrega, uso, evidência e aprendizagem.
Registra, armazena, indexa, recupera e apresenta dados, documentos, metadados e conteúdos.
Permite localizar, compreender e percorrer páginas, objetos de conhecimento, Jornadas, domínios, representações, fontes e entregas. Integra navegação física, baseada na localização estrutural dos artefatos, e navegação conectiva, que reúne dimensões semânticas, contextuais, operacionais e cognitivas.
Controla ciclos de solicitação, processamento, validação, decisão, resposta e registro do resultado.
Organiza contexto, alternativas, critérios, riscos, evidências e justificativas, mantendo explícita a responsabilidade decisória.
Converte uso, feedback, erros, resultados e evidências em revisão e conhecimento incorporado.
Ajusta conteúdo, representação, linguagem, profundidade e percurso conforme papel, público, domínio, contexto, conhecimento prévio, risco e finalidade. Utiliza níveis de abstração para reduzir carga cognitiva tanto na leitura quanto na construção.
Aplica elicitação, modelagem, representação, verificação, rastreabilidade e manutenção do conhecimento.
Organiza questões, hipóteses, experimentos, evidências, resultados e decisões de incorporação.
Observa o estado do LAC, identifica necessidades externas e internas, registra e prioriza demandas, instancia Jornadas, coordena portfólios, programas, projetos, iniciativas e dependências, acompanha entregas e promove sua integração, aceitação, implantação, transição para manutenção e aprendizagem institucional.
Define critérios, verifica conformidade e aptidão para uso, registra evidências e não conformidades, orienta correções, retestes e melhoria contínua.
Produz, revisa, publica e relaciona páginas, relatórios, imagens, knowgramas, modelos e livros.
Preserva não apenas resultados, mas origem, contexto, versões, decisões, evidências e aprendizagens.
Estas perspectivas descrevem o LAC e seus componentes. Não substituem as cinco visões do Metamodelo Estrutural, que tratam de posicionamento, relações, classificação, decisão e evolução dos próprios componentes.
Por que existe, que valor busca gerar e quais princípios orientam escolhas e comportamentos.
O que existe: elementos, componentes, conceitos, papéis, objetos e relações.
Como funciona e se usa: eventos, fluxos, interações, decisões, tarefas e entregas.
Como aprende e muda: versões, experimentos, evidências, feedback e incorporação.
Como permanece viável, rentável, seguro, íntegro, governável e institucionalmente contínuo.
O LAC não apresenta nem exige todo o conhecimento de uma só vez. Ele regula complexidade, profundidade, percurso e responsabilidade conforme a situação, o papel exercido e a finalidade da interação.
O LAC utiliza níveis de abstração para revelar progressivamente o que é necessário em cada momento. Esse princípio vale tanto para o modo de leitura quanto para o modo de construção e atende visitantes, aprendizes, colaboradores, autores, curadores, mentores, pesquisadores, gestores e demais participantes.
Controlam quanto detalhe é apresentado. Permitem passar da visão geral para conceitos, relações, processos, procedimentos, atividades, tarefas e evidências sem expor toda a complexidade simultaneamente.
Organizam os elementos e suas relações em arquiteturas, hierarquias, redes, jornadas, processos, objetos, páginas, mapas, grafos, modelos e demais formas estruturantes.
Permitem observar um mesmo objeto por perspectivas complementares, como conceitual, estrutural, comportamental, contextual, temporal, operacional, social, tecnológica, ética e econômica.
Expressam graus de familiaridade, compreensão, domínio e responsabilidade: contato inicial, orientação, aprendizagem, aplicação, autoria, revisão, curadoria, mentoria e governança.
Os mesmos mecanismos de abstração e organização apoiam quem consulta o LAC e quem participa de sua produção, validação, manutenção ou evolução.
Apresenta pontos de entrada, sínteses, percursos guiados, glossário, níveis progressivos de detalhe e conexões relevantes. O participante pode começar pelo essencial e aprofundar conforme sua pergunta, conhecimento prévio e finalidade.
Decompõe o trabalho em níveis manejáveis, orientando da demanda à entrega. O participante constrói por camadas: propósito, estrutura, relações, conteúdo, representação, qualidade, evidências, publicação e manutenção.
Entrada no LAC
│
├── Visão geral
│ └── propósito, síntese e contexto
│
├── Orientação
│ └── domínio, público, papel, pergunta e percurso
│
├── Compreensão
│ └── conceitos, estruturas, dimensões e relações
│
├── Aplicação
│ └── Jornada, método, atividade, tarefa e entrega
│
├── Construção
│ └── autoria, modelagem, representação e publicação
│
├── Validação
│ └── revisão, qualidade, evidências e aceitação
│
└── Evolução
└── curadoria, mentoria, governança e aprendizagem incorporada
Esses conceitos não são equivalentes. Eles descrevem, respectivamente, o papel exercido no sistema, os grupos atendidos e o recorte estratégico prioritário para criação e entrega de valor.
Visitante, aprendiz, colaborador, autor, curador, mentor e outros papéis representam modos de participação e níveis de responsabilidade. Uma mesma pessoa pode assumir papéis diferentes em Jornadas distintas.
São grupos de pessoas, equipes, organizações ou comunidades com necessidades, repertórios, contextos e finalidades comuns. O conteúdo e o percurso devem ser ajustados às características relevantes de cada público.
É o recorte inicial ou prioritário de público, problema, domínio e proposta de valor no qual o LAC busca demonstrar utilidade, validar serviços, aprender com o uso e construir sustentabilidade econômica.
O público informa para quem o LAC gera valor; a persona ou papel informa como alguém participa de uma Jornada; o nível de conhecimento informa quanto domínio e responsabilidade possui; o nível de abstração regula quanto detalhe precisa receber ou produzir; e o nicho de mercado define onde concentrar inicialmente aplicação, comunicação, validação e sustentabilidade.
A dimensão humana não é um adorno. Ela condiciona a qualidade das perguntas, das investigações, das decisões e da aprendizagem.
Transformar conhecimento disperso, experiência e aprendizagem contínua em patrimônio vivo, estruturado, evolutivo e utilizável.
Tornar-se um sistema vivo de referência para transformar perguntas, experiências e demandas em compreensão, aprendizagem e ação responsável.
Reconhecer o medo sem permitir que o receio de errar, perguntar, mudar ou ser criticado impeça investigação, aprendizagem e inovação.
Agir com prudência, preparação, evidências e responsabilidade. Coragem no LAC não é impulsividade; é ação consciente diante da incerteza.
Formular perguntas e explorar o desconhecido.
Reconhecer limites e revisar hipóteses.
Preservar fontes, contexto, evidências e autoria.
Construir conhecimento com perspectivas diversas.
Esses elementos são estáveis o suficiente para orientar a arquitetura, mas podem receber refinamentos conforme o sistema evolui.
Estrutura permanente, conectada e evolutiva formada pelos Objetos de Conhecimento e pelas relações conceituais, semânticas, lógicas, cognitivas e operacionais que os integram. Sustenta múltiplas Jornadas e permite reutilização sem duplicação desnecessária.
Organiza intencionalmente parte da Malha de Conhecimento para responder a uma pergunta, atender a uma necessidade ou alcançar um objetivo. Seleciona e articula objetos, transições, decisões, atividades, entregas e critérios de conclusão. Um mesmo Objeto de Conhecimento pode participar de várias Jornadas.
Conjunto integrado de capacidades humanas, metodológicas e tecnológicas que operacionaliza a transformação do conhecimento. Seleciona e aplica métodos adequados ao propósito da Jornada — inclusive Métodos de Aprendizagem —, coordena atividades, utiliza ferramentas, preserva evidências e transforma demandas em objetos, representações e entregas cognitivas.
Contextos de realidade e aplicação que conferem significado, vocabulário, restrições e critérios específicos.
Orienta cognitivamente como determinado Objeto de Conhecimento será compreendido durante uma Jornada. A Jornada organiza o percurso e o propósito; o Método de Aprendizagem orienta o modo de construir compreensão suficiente para esse propósito. Pode possuir especializações conforme a natureza do objeto.
Unidades estruturadas que preservam conceitos, relações, contexto, fontes, evidências e possibilidades de uso.
Formas de tornar o conhecimento perceptível e utilizável: texto, tabela, grafo, mapa, modelo, página, imagem ou painel.
Integra linguagem natural, matemática, computacional, visual e linguagens especializadas para transformar conhecimento representado em estruturas compreensíveis por pessoas e processáveis por sistemas.
Percurso efetivamente realizado por uma pessoa ao localizar, compreender, avançar, retornar, desviar, aprofundar ou abandonar pontos de uma Jornada. A navegação ocorre sobre a Malha de Conhecimento e pode seguir integralmente, adaptar ou ultrapassar o roteiro inicialmente proposto.
Representações visuais relacionais que evidenciam entidades, conceitos, predicados, fluxos e sínteses.
Resultados utilizáveis, verificáveis e associados a uma demanda, a critérios de aceitação e a um público.
Base terminológica que reduz ambiguidades e estabiliza significados compartilhados no LAC.
Fundamentação externa que dá origem, contraste, sustentação e rastreabilidade às afirmações.
Visitante, aprendiz, colaborador, autor, editor, curador, mentor, pesquisador, gestor, proprietário e outros participantes com responsabilidades explícitas e variáveis conforme a Jornada. O Gestor do LAC observa o sistema, registra e prioriza demandas internas, coordena dependências e acompanha a transformação até sua integração e manutenção.
Decisões, políticas, prioridades, responsabilidades, autoridade, versões e controle institucional da evolução.
Registros que permitem verificar origem, uso, resultado, aprendizado e transformação do conhecimento.
Estrutura temporária que organiza objetivos, escopo, recursos, responsabilidades, riscos, marcos, Jornadas e entregas para produzir uma transformação delimitada.
Capacidade transversal e permanente que acompanha construção, publicação, operação, manutenção e evolução do LAC.
O portfólio seleciona iniciativas alinhadas à estratégia; o programa coordena projetos e atividades relacionados para realizar benefícios integrados.
Organizam a revelação progressiva do conhecimento, da visão geral aos detalhes operacionais e às evidências, reduzindo carga cognitiva na leitura e na construção.
As estruturas organizam elementos e relações; as dimensões oferecem perspectivas complementares para analisar, representar, aplicar e governar um mesmo objeto de conhecimento.
Expressam graus de contato, compreensão, aplicação, autoria, validação, curadoria e responsabilidade, apoiando percursos adequados aos papéis e públicos.
O Método de Aprendizagem explicita o mecanismo cognitivo que liga a intenção organizada pela Jornada à construção e atualização do conhecimento. Ele não substitui a Jornada nem a Máquina de Conhecimento: define como compreender determinado objeto até atingir conhecimento suficiente para o propósito atual.
Jornada organiza o percurso e o propósito. Método de Aprendizagem orienta como compreender. Objeto de Conhecimento é aquilo que se busca compreender. Representação externaliza a compreensão construída. Máquina de Conhecimento operacionaliza métodos, pessoas, tecnologias, atividades e critérios. Malha de Conhecimento incorpora e relaciona o conhecimento produzido, tornando-o reutilizável por outras Jornadas.
Uma Jornada seleciona ou aplica um Método de Aprendizagem quando o conhecimento disponível sobre o objeto ainda não é suficiente para responder à pergunta, sustentar uma decisão ou permitir o avanço responsável do percurso.
O objetivo não é conhecer completamente o objeto. A aplicação pode avançar quando a compreensão construída é suficiente para responder à pergunta que acionou o método ou sustentar a próxima decisão ou etapa da Jornada.
Uma dúvida, evidência ou comportamento inesperado pode tornar insuficiente a compreensão existente. Nesse caso, o Método de Aprendizagem é reativado, o conhecimento é atualizado e a Jornada pode prosseguir.
Pergunta / necessidade / demanda
↓ ativa
Jornada
↓ seleciona / aplica
Método de Aprendizagem
↓ orienta a compreensão de
Objeto de Conhecimento
↓ produz / atualiza
Conhecimento + Representações
↓ operacionalizados e preservados pela
Máquina de Conhecimento
↓ enriquecem
Malha de Conhecimento
↓ sustenta
novas Jornadas e novas Navegações
Critério de avanço:
Conhecimento suficiente para o propósito atual?
├── sim → Jornada avança
└── não → aprofundar / reaplicar o método
↑
└── nova dúvida, evidência ou comportamento inesperado pode reativá-lo
Método Geral de Aprendizagem de Sistemas é uma especialização de Método de Aprendizagem utilizada quando o objeto a compreender possui natureza sistêmica. Ele não deve ser tratado como método universal para qualquer tipo de objeto do LAC.
A Arquitetura das Linguagens ocupa a posição de mediação entre o conhecimento representado e sua implementação editorial, visual, computacional e operacional. Ela explicita como significado humano, formalização, visualização, dados, instruções e vocabulários de domínio permanecem relacionados.
Representação do conhecimento → Arquitetura das Linguagens → Implementação. A representação define como o conhecimento se torna perceptível; a Arquitetura das Linguagens seleciona e integra os sistemas de expressão adequados; a implementação materializa essas representações em páginas, knowgramas, dados, grafos, protocolos, aplicações e operações do LAC.
Formula perguntas, conceitos, explicações, narrativas, interpretações e argumentos compreensíveis entre pessoas.
Expressa quantidades, relações, regras, modelos, inferências e critérios com maior precisão formal.
Materializa estruturas, dados, instruções e comunicações por HTML, CSS, JavaScript, JSON, SQL, Cypher, HTTP, APIs e outras tecnologias.
Organiza espacialmente entidades, predicados, hierarquias, fluxos e redes por knowgramas, diagramas, grafos e interfaces.
Preservam terminologias, notações, regras e práticas próprias de áreas como Direito, Medicina, Engenharia, Música, UML e BPMN.
Um mesmo objeto de conhecimento pode ser expresso como texto, modelo, knowgrama, página HTML, estrutura JSON, grafo ou consulta computacional, mantendo identidade e rastreabilidade.
Objeto ou experiência da realidade
↓ é compreendido como
Conhecimento
↓ é tornado perceptível por
Representações do conhecimento
↓ são organizadas e relacionadas pela
Arquitetura das Linguagens
├── Linguagem Natural
├── Linguagem Matemática
├── Linguagem Computacional
├── Linguagem Visual
└── Linguagens Especializadas
↓ orienta a
Implementação editorial, visual, computacional e operacional
↓ produz
Páginas, knowgramas, dados, grafos, interfaces, protocolos e serviços
↓ possibilitam
Navegação, comunicação, aprendizagem, decisão e evolução
O comportamento é ativado por uma pergunta, necessidade, problema, experiência ou oportunidade de origem externa, interna ou híbrida. Demandas internas podem surgir da gestão, governança, qualidade, autoria, curadoria, pesquisa, arquitetura, operação, manutenção ou da observação do próprio LAC. A Jornada coordena a transformação.
Um evento ou condição torna necessária uma Jornada. A demanda é registrada, qualificada por origem — externa, interna ou híbrida —, delimitada e vinculada a um domínio, área ou elemento do próprio sistema.
Papéis, processos, métodos, ferramentas e representações são combinados conforme a natureza e o risco da demanda.
O participante localiza sua posição na estrutura do LAC, identifica percursos possíveis e acessa conexões contextuais entre páginas, conceitos, Jornadas, fontes, evidências e entregas.
Alternativas e evidências são organizadas. A autoridade, os critérios e a justificativa da decisão devem permanecer explícitos.
Cada solicitação deve ter retorno observável: registro, processamento, validação, resposta e atualização de estado.
O uso da entrega produz observações que podem confirmar, corrigir, ampliar ou rejeitar o conhecimento candidato.
A Jornada termina quando os critérios são atendidos, a entrega é verificada e aceita, implantada e validada em produção quando aplicável, transferida para manutenção e as aprendizagens relevantes são registradas.
O LAC distingue conceitos que se relacionam na execução, mas pertencem a dimensões diferentes. Essa separação evita tratar Fase, Estado, Processo, Rotina, Transação, Método ou Tarefa como se fossem níveis de uma única hierarquia.
Fase → Etapa → Atividade → Tarefa decompõe o trabalho; Método, Técnica e Procedimento descrevem modos de realização; Jornada → Estado ↔ Transição descreve a dinâmica de uma mudança concreta; Processo, Rotina e Transação descrevem formas operacionais de fluxo, recorrência e realização. Execução e Operação registram a realização concreta.
JORNADA
├── orienta-se por → propósito / problema resolvido
├── encontra-se em → ESTADO
├── progride por → TRANSIÇÃO
└── governa uma mudança concreta
METODOLOGIA
└── organiza o trabalho em
FASE
↓
ETAPA
↓
ATIVIDADE
↓
TAREFA
MODO DE REALIZAÇÃO
MÉTODO
├── pode empregar → TÉCNICA
└── pode empregar → PROCEDIMENTO
OPERAÇÃO RECORRENTE E REALIZAÇÃO
PROCESSO → organiza fluxo recorrente
ROTINA → organiza recorrência temporal
TRANSAÇÃO → realiza solicitação / processamento / retorno
EXECUÇÃO CONCRETA
TAREFA → EXECUÇÃO → OPERAÇÃO
↓
ARTEFATO / ENTREGA / EVIDÊNCIA / DECISÃO
Agrupa etapas que compartilham uma finalidade macro da transformação. Responde: em que grande momento do trabalho estamos?
Unidade metodológica com propósito, questão principal, critérios e saídas mínimas. Responde: que resultado intermediário precisa ser alcançado?
Conjunto coerente de ações executadas para cumprir uma etapa e produzir uma entrega intermediária ou final.
Ação operacional granular, atribuível e verificável que realiza parte de uma atividade.
Caminho especializado escolhido para realizar determinado tipo de investigação, aprendizagem, análise, modelagem, construção ou avaliação.
Forma específica de executar parte de um método ou atividade, podendo ser reutilizada em diferentes métodos.
Sequência operacional prescrita ou repetível usada para executar corretamente uma ação, atividade ou parte de um método.
Unidade organizadora da mudança concreta. Conecta demanda, propósito, transformação, entrega, uso, evidência e aprendizagem.
Condição significativa em que uma Jornada se encontra em determinado momento.
Mudança entre estados, provocada ou permitida por evento, decisão, evidência, critério ou predicado satisfeito.
Fluxo operacional recorrente que transforma entradas em saídas por atividades, regras, responsabilidades e controles.
Organiza quando algo precisa ocorrer novamente, com frequência, evento disparador, responsáveis e registro de cada ocorrência.
Ciclo delimitado de solicitação, processamento, resposta, atualização de estado e resultado observável.
Ocorrência concreta de uma tarefa ou atividade em determinado contexto, tempo, estado e executor.
Ação técnica elementar realizada durante uma execução, como ler, validar, calcular, registrar, gerar, salvar ou atualizar.
O trabalho materializa resultados identificáveis; a verificação e o uso geram evidências que podem sustentar decisões e transições da Jornada.
Os elementos podem participar do mesmo trabalho sem perder sua identidade conceitual. Uma Etapa não é um Estado; uma Tarefa não é um Procedimento; uma Jornada não é um Processo; uma Rotina não é uma Fase.
| Dimensão | Elementos | Pergunta principal | Relação com as demais |
|---|---|---|---|
| Estrutura do trabalho | Fase → Etapa → Atividade → Tarefa | Como decompor e organizar o trabalho? | Atividades e tarefas podem utilizar métodos, técnicas e procedimentos e produzir artefatos, entregas, evidências e decisões. |
| Modo de realização | Método → técnicas / procedimentos | Como realizar este tipo de trabalho? | É selecionado conforme objeto, etapa, disciplina, risco, contexto e conhecimento necessário. |
| Dinâmica da mudança | Jornada → Estado ↔ Transição | Como uma mudança concreta progride? | Evidências, decisões e resultados do trabalho podem satisfazer predicados e permitir transições. |
| Operação recorrente | Processo / Rotina | Como o fluxo recorrente é organizado e quando se repete? | Processos e rotinas podem mobilizar atividades e tarefas e utilizar métodos e procedimentos. |
| Realização delimitada | Transação | Que solicitação deve ser processada e retornar resultado observável? | Pode ocorrer dentro de processos, rotinas ou Jornadas e atualizar dados, registros ou estados operacionais. |
| Execução concreta | Execução → Operação | Quem ou o que realizou a ação, quando, como e com qual resultado? | Materializa tarefas e preserva contexto, executor, entradas, saídas e evidências. |
Jornada em estado “Em análise” → Fase “Compreensão e análise” → Etapa “Analisar impacto arquitetural” → Atividade “Identificar elementos afetados” → uso de Método de análise de impacto → Técnica de rastreamento de referências → Procedimento de localizar, registrar e classificar dependências → Tarefas concretas → Execuções e Operações → Matriz de impacto + evidências → predicado satisfeito → Transição da Jornada para o próximo estado.
Tarefas e atividades podem ser executadas por pessoa, sistema, serviço, agente de IA, equipamento ou composição desses executores. O registro deve preservar responsabilidade, autoridade, contexto, entradas, saídas e evidências.
Conforme a relevância do caso, o LAC deve poder relacionar Jornada, estado, transição, fase, etapa, atividade, tarefa, método, técnica ou procedimento aplicado, processo, rotina, transação, executor, execução, operação, artefatos, entregas, evidências e decisões.
O Modelo Conceitual define e relaciona esses conceitos. A Metodologia de Desenvolvimento do Sistema LAC especializa sua aplicação ao desenvolvimento e à evolução do sistema, organizando o trabalho em Fases, Etapas, Atividades e Tarefas e selecionando Métodos, Técnicas e Procedimentos adequados. A Jornada governa a mudança concreta; o trabalho e suas evidências sustentam decisões e transições.
O LAC é um sistema permanente. Programas, projetos e iniciativas são estruturas de coordenação usadas para realizar mudanças delimitadas, mobilizando Jornadas e capacidades permanentes.
Patrimônio vivo de conhecimento, aprendizagem e apoio à decisão que permanece em operação e evolução contínua.
Organiza a especificação, o desenvolvimento, a implantação e a evolução planejada do próprio sistema.
Incluem projetos de desenvolvimento, projetos aplicados a domínios e projetos de Pesquisa e Desenvolvimento.
Estratégia e Governança
↓ selecionam e priorizam
Portfólio
↓ organiza
Programas, Projetos e Iniciativas
↓ recebem e qualificam
Demandas
↓ mobilizam
Jornadas e Máquina de Conhecimento
↓ produzem
Entregas e Produtos
↓ são verificados por
Qualidade
↓ são aceitos por
Responsável competente ou Governança
↓ entram em
Transição, Operação e Uso
↓ produzem
Resultados, Benefícios e Evidências
↓ geram
Aprendizagem e novas demandas
Conjunto coordenado de programas, projetos e iniciativas selecionados e priorizados para realizar objetivos estratégicos do LAC.
Estrutura de coordenação de projetos, atividades e capacidades relacionadas, cuja gestão integrada busca benefícios comuns.
Estrutura temporária orientada a objetivos, escopo, entregas, recursos, riscos, responsabilidades e critérios de encerramento.
Proposta ou ação organizada que pode ser tratada diretamente, originar uma demanda estruturada ou evoluir para projeto.
Pergunta, problema, necessidade, oportunidade ou solicitação que ativa análise, Jornada e eventual trabalho de transformação.
A Jornada organiza a transformação do conhecimento; o projeto coordena temporariamente objetivos, recursos, prazos, riscos e entregas. Uma Jornada pode existir sem projeto, e um projeto pode mobilizar várias Jornadas.
Esses conceitos devem permanecer distintos para que o LAC consiga verificar o que foi produzido e observar o valor gerado após o uso.
Resultado concreto submetido a critérios de qualidade, verificação e aceitação.
Bem, serviço, sistema, componente ou capacidade disponibilizada a partir de uma ou mais entregas.
Efeito imediato observado depois da implantação, publicação ou uso do produto.
Valor ou mudança positiva percebida ao longo do tempo por pessoas, grupos, organizações ou pelo próprio LAC.
Compara o resultado observado com requisitos e critérios, registra evidências, riscos, não conformidades e recomendações.
A aceitação é decisão do autor, patrocinador, curador, proprietário ou instância de governança competente; não é decisão automática da qualidade.
Após a transição, um papel responsável deve manter, revisar, atualizar, substituir ou retirar a entrega durante sua vida operacional.
A pesquisa não é uma etapa obrigatória de todo projeto. Quando existe uma questão investigativa, a relação é bidirecional: a pesquisa produz questões, hipóteses, experimentos e resultados; o projeto transforma resultados em artefatos e entregas; e o uso das entregas revela novas lacunas e questões de pesquisa.
A evolução deve ser baseada em evidências e rastreável. Mudança sem memória produz perda de conhecimento.
No LAC, aprender pode significar aprendizagem humana, organizacional, computacional ou híbrida. O modelo não presume autonomia da máquina: deve registrar quem ou o que produziu a mudança, com quais evidências e sob qual responsabilidade.
O LAC não transforma apenas demandas sobre a realidade. Ele também utiliza observações, auditorias, não conformidades, mudanças de contexto e evidências de uso para transformar conscientemente sua própria estrutura, operação, governança e materialização digital.
O LAC é simultaneamente sujeito e objeto de aprendizagem. Produz conhecimento sobre objetos e domínios e, ao mesmo tempo, utiliza conhecimento sobre seu próprio funcionamento para iniciar Jornadas internas, revisar seus componentes e incorporar evolução institucional rastreável.
Externa: nasce de participante, público, cliente ou contexto de aplicação. Interna: nasce da gestão, governança, qualidade, autoria, curadoria, pesquisa, arquitetura, operação ou manutenção. Híbrida: uma experiência externa revela a necessidade de mudança interna.
A Jornada padrão preserva um percurso reutilizável, com propósito, papéis, estados e transições de referência, critérios, entregas e evidências. Quando sua execução exige decomposição do trabalho, ela utiliza a estrutura metodológica de Fase → Etapa → Atividade → Tarefa. Cada aplicação concreta é uma instância de Jornada, adaptada à demanda, ao risco, ao escopo e às entregas específicas.
Papel responsável por observar o sistema, registrar e priorizar demandas internas, avaliar impactos, instanciar e acompanhar Jornadas, coordenar dependências e encaminhar verificação, aceitação, implantação e manutenção.
Procedimento recorrente que identifica, registra, classifica, encaminha, acompanha e encerra mudanças. A rotina pode decidir que uma ocorrência simples seja tratada como tarefa corretiva ou que uma mudança relevante exija uma Jornada interna.
Compara estado esperado e estado observado, identifica divergências e registra não conformidades. Auditorias podem verificar documentos canônicos, links, ambientes, versões, estrutura física, segurança, qualidade e paridade entre desenvolvimento e produção.
Conhecimento produzido sobre o próprio LAC que altera arquitetura, governança, papéis, áreas, processos, rotinas, critérios, páginas, ambientes ou mecanismos de manutenção.
Observação, auditoria, uso ou mudança de contexto
↓ revela
Necessidade interna
↓ é registrada como
Demanda interna ou híbrida
↓ qualificada e priorizada pela
Gestão da Transformação
↓ instancia
Jornada interna
↓ coordenada por
Gestor do LAC + papéis responsáveis
↓ realizada por
Transações, rotinas, atividades, tarefas e operações
↓ produz
Mudança verificável no LAC
↓ passa por
Qualidade, governança e aceitação
↓ quando digital
Implantação e validação em produção
↓ é transferida para
Operação e manutenção
↓ gera
Evidências e aprendizagem institucional
↺ realimentam o Modelo, a Governança e novas Jornadas
Uma entrega digital percorre estados distintos: em desenvolvimento, revisada, aceita, pronta para implantação, implantada, validada em produção e transferida para manutenção. A aceitação conceitual ou editorial não comprova, por si só, que a versão de produção está atualizada.
A rotina de implantação mantém os ambientes sincronizados; a auditoria periódica verifica paridade e conformidade; divergências pequenas geram tarefas corretivas, enquanto diferenças relevantes ou acumuladas podem ativar uma Jornada interna de regularização.
Sustentabilidade é mais ampla do que receita. Ela envolve conservar conhecimento, operação, tecnologia, confiança, capacidade econômica e legitimidade institucional.
Preservação da identidade, das fronteiras, da teoria, dos princípios, do método e dos critérios superiores que orientam a evolução do LAC.
Coerência, rastreabilidade, atualização, reutilização e preservação do significado.
Papéis, rotinas, responsabilidades, governança, continuidade operacional e sucessão.
Portabilidade, interoperabilidade, manutenção, preservação digital, acessibilidade e redução de dependências.
Custos, fontes de receita, catálogo de serviços, precificação, geração de valor, reservas e rentabilidade responsável.
Reputação, parcerias, comunidade, publicações, legitimidade, continuidade e inserção social.
É um componente da sustentabilidade econômica: define públicos, proposta de valor, produtos, serviços, canais, receitas, custos, recursos, atividades e parceiros.
A confiança atravessa todas as jornadas e não deve ser adicionada apenas ao final do desenvolvimento.
Prevenir alterações indevidas e preservar autoria, contexto, versão e evidência.
Proteger pessoas, ativos, acesso, disponibilidade, infraestrutura e continuidade.
Tratar dados pessoais de forma necessária, proporcional, transparente e controlada.
Observar legislação, direitos autorais, licenças, ética, políticas e requisitos aplicáveis.
O modelo deve ser adaptado ao contexto sem perder seus princípios e relações essenciais.
| Pergunta | Aplicação do modelo |
|---|---|
| O quê? | Referência para transformar demandas cognitivas em conhecimento estruturado, aplicável e evolutivo. |
| Quando? | Ao iniciar, planejar, executar, revisar ou governar uma Jornada; ao criar produtos, serviços, pesquisas, páginas ou sistemas de conhecimento. |
| Onde? | No próprio LAC e em contextos de pesquisa, educação, gestão pública, empresas, terceiro setor, engenharia, saúde, cultura, turismo e outros domínios. |
| Por quem? | Visitantes, aprendizes, colaboradores, autores, curadores, mentores, pesquisadores, professores, gestores, especialistas e equipes técnicas. |
| Por quê? | Para manter coerência, rastreabilidade, clareza de papéis, qualidade das entregas, aprendizagem e responsabilidade nas decisões. |
| Para quem? | Públicos formados por pessoas, grupos, organizações e comunidades que precisam compreender, decidir, aprender, agir ou preservar conhecimento. Em cada Jornada, os participantes assumem papéis como visitante, aprendiz, colaborador, autor, curador ou mentor. |
| Como? | Por um Sistema de Navegação que orienta o acesso e os percursos, por Jornadas que organizam a transformação e por uma Máquina de Conhecimento que produz objetos, representações e entregas, observa resultados e incorpora aprendizagem. |
Programas, linhas, hipóteses, experimentos, evidências, resultados e produção científica.
Cursos, trilhas, aprendizagem por problemas, projetos, tutoria e avaliação da aprendizagem.
Gestão pública, empresas, cooperativas, terceiro setor, inovação e transformação digital.
Engenharia do conhecimento, sistemas, software, arquitetura corporativa e documentação.
Livros, páginas, relatórios, glossários, knowgramas, catálogos e publicações digitais.
Estruturas físicas, índices, mapas, percursos, relações semânticas e mecanismos de orientação e encontrabilidade.
Arquitetura, governança, negócio, segurança, qualidade, pesquisa e evolução do próprio sistema.
Esta seção relaciona os elementos previstos pelo modelo conceitual aos artefatos que já os materializam, aos que estão em evolução e aos que ainda precisam ser implementados ou validados.
Uma página relacionada pode apenas explicar um conceito. Uma evidência de realização demonstra que o conceito foi transformado em página, processo, componente, regra, registro, teste, Jornada, entrega ou prática observável. Sempre que a evidência estiver publicada, seu link deve permitir acesso e verificação direta.
| Elemento do modelo | Evidências ou artefatos verificáveis | Situação | Próxima ação |
|---|---|---|---|
| Jornada como unidade organizadora | Implementado | Validar a estrutura em Jornadas reais e registrar evidências de uso, aceitação e aprendizagem. | |
| Máquina de Conhecimento | O Projeto de P&D Máquina de Conhecimento deve ser acrescentado quando seu endereço definitivo estiver confirmado na estrutura pública ou privada. | Em evolução | Executar experimentos, medir resultados e registrar decisões de incorporação. |
| Navegação física | Parcial | Padronizar breadcrumbs, retorno, avanço e coerência entre índices, rotas e estrutura física. | |
| Navegação semântica e contextual | Parcial | Definir relações tipadas, metadados mínimos e critérios de relevância contextual. | |
| Navegação operacional | Os vínculos individualizados entre demandas, projetos, Jornadas, entregas e evidências ainda precisam ser consolidados. | Em evolução | Formalizar identificadores, estados, vínculos e rastreabilidade entre os artefatos. |
| Navegação cognitiva | O modal constitui uma evidência funcional porque organiza a sequência de compreensão e oferece acesso direto às seções. | Parcial | Definir pré-requisitos, perfis de público, percursos alternativos e testes de compreensão. |
| Níveis de abstração | Parcial | Padronizar os níveis e explicitar em cada página qual camada de leitura ou construção está sendo apresentada. | |
| Estruturas, dimensões e níveis de conhecimento | Em evolução | Consolidar taxonomia, critérios de passagem entre níveis e metadados dos objetos de conhecimento. | |
| Públicos, personas e nicho | Em evolução | Definir públicos prioritários, necessidades, proposta de valor, critérios de validação e nicho inicial. | |
| Sistema de Qualidade | Em evolução | Aplicar os instrumentos às Jornadas, páginas e componentes e consolidar resultados. | |
| Memória e linhagem |
|
Em evolução | Padronizar registros de linhagem e vincular mudanças às respectivas fontes, decisões e evidências. |
| Sustentabilidade e continuidade |
|
A consolidar | Definir indicadores, responsáveis, ciclos de revisão e evidências de viabilidade e continuidade. |
O estado de cada evidência deve ser revisto quando houver nova implementação, teste, validação, decisão de governança, substituição ou retirada. Os links devem apontar somente para artefatos existentes ou com endereço definido. Quando a evidência ainda não estiver publicada ou seu endereço não estiver confirmado, a situação deve ser declarada em texto, sem criação de link fictício.
Mitigar reduz probabilidade ou impacto. Tratar define ações concretas, responsáveis, prazos, evidências e condições de encerramento.
| Risco | Nível | Mitigação preventiva | Tratamento quando ocorrer |
|---|---|---|---|
| Interpretações divergentes dos conceitos | Alto | Vocabulário controlado, glossário contextual, exemplos e revisão por pares. | Registrar divergência, decidir definição oficial, atualizar páginas e comunicar a mudança. |
| Excesso de abstração | Alto | Vincular cada conceito a casos, jornadas, entregas e evidências. | Executar piloto, identificar lacunas de uso e simplificar ou detalhar o modelo. |
| Crescimento desordenado | Alto | Arquitetura, padrões, índices, critérios de aceitação e governança de mudanças. | Inventariar, classificar, consolidar duplicações e registrar decisões de reorganização. |
| Evolução sem rastreabilidade | Alto | Controle de versões, decisões, fontes, evidências e histórico. | Reconstruir origem possível, marcar incertezas e impedir incorporação sem evidência mínima. |
| Uso indevido ou decisão sem responsabilidade | Alto | Explicitar limites, autoridade decisória, critérios e nível de confiança. | Suspender uso crítico, revisar decisão, registrar incidente e corrigir controles. |
| Dependência excessiva de tecnologia ou fornecedor | Médio | Padrões abertos, portabilidade, cópias, documentação e alternativas operacionais. | Migrar componentes prioritários, restaurar dados e executar plano de continuidade. |
| Insustentabilidade econômica | Alto | Modelo e plano de negócio, controle de custos, pilotos pagos e diversificação de receitas. | Revisar proposta de valor, custos, portfólio, preços, prioridades e horizonte de caixa. |
| Violação de privacidade, autoria ou licença | Alto | Minimização de dados, consentimento, atribuição, licenças e revisão de conformidade. | Restringir acesso, remover ou corrigir material, notificar responsáveis e prevenir recorrência. |
| Obsolescência conceitual ou tecnológica | Médio | Revisões periódicas, monitoramento de fontes e testes de compatibilidade. | Classificar conteúdo obsoleto, migrar, substituir ou arquivar com justificativa. |
| Centralização do conhecimento em uma pessoa | Alto | Documentação, papéis compartilhados, curadoria, formação e plano de sucessão. | Priorizar transferência, registrar rotinas críticas e distribuir responsabilidades. |
| Resistência, medo ou coragem impulsiva | Médio | Ambiente seguro para perguntas, avaliação de riscos, pilotos e decisões graduais. | Reavaliar contexto, reduzir exposição, buscar apoio e retomar com critérios claros. |
| Baixa acessibilidade ou compreensão pelo público | Médio | Linguagem clara, navegação física e conectiva, navegação guiada, glossário, múltiplas representações e testes com usuários. | Reprojetar percurso, conteúdo, conexões e interface a partir das dificuldades observadas. |
| Desorientação ou ruptura de percurso | Médio | Arquitetura física coerente, breadcrumbs, índices, pontos de entrada, páginas relacionadas, links contextuais e testes de encontrabilidade. | Identificar o ponto de ruptura, corrigir rotas e relações, restaurar referências e registrar a melhoria de navegação. |
O glossário ajuda a leitura local. O vocabulário mantém definições oficiais. A bibliografia sustenta conceitos e permite verificar influências e limites.
Modal desta página com os principais termos usados aqui, sem interromper a leitura.
Fonte terminológica oficial para consultar definições, relações e termos controlados usados no LAC.
Registra a trajetória de cada conceito no LAC, desde sua origem e fundamentação até sua interpretação, aplicações, evidências e evolução. A bibliografia é um dos elementos dessa linhagem.
Nota: esta lista é uma base inicial. A bibliografia completa deve registrar edição, ano, editora, páginas utilizadas e relação com cada conceito do LAC.
Estas páginas permitem continuar a leitura por afinidade conceitual e operacional e aprofundam fundamentos, arquitetura, Jornadas, funcionamento, pesquisa, sustentabilidade e governança. A comprovação de que esses elementos foram materializados ou validados é registrada separadamente na seção Evidências de realização.
A leitura só se completa quando o modelo é usado para analisar uma demanda real, orientar uma Jornada e produzir evidências de funcionamento.
O LAC recebe uma demanda, qualifica seu contexto e decide a forma de coordenação adequada. Uma Jornada organiza a transformação do conhecimento e, quando a compreensão do objeto é necessária, seleciona ou aplica um Método de Aprendizagem adequado; quando necessário, portfólios, programas, projetos e iniciativas coordenam mudanças temporárias. A Máquina de Conhecimento operacionaliza métodos e produz objetos, representações, entregas e produtos. A qualidade verifica e evidencia; a governança ou o responsável competente aceita; a transição coloca o resultado em operação; o uso produz resultados, benefícios e novas evidências; e a aprendizagem incorporada orienta a evolução do sistema. Todo o ciclo é sustentado por governança, qualidade, segurança, memória, sustentabilidade e responsabilidade humana.
Este quadro registra a posição oficial do documento na cadeia estrutural estabelecida pela JOR-MET-001 e pela Matriz de Decisões Arquiteturais.
| Campo | Classificação | Implicação |
|---|---|---|
| Natureza | Modelo conceitual de referência | Descreve componentes constitutivos e suas relações essenciais. |
| Nível predominante | Nível 4 — Modelo Conceitual | Não define níveis superiores nem detalhes de implementação. |
| Referência superior | Metamodelo Estrutural do LAC | Recebe regras de posição, relação e classificação. |
| Contexto constitutivo | Fundação do LAC | Recebe identidade, teoria, princípios, método e delimitação. |
| Origem decisória | MDA-LAC — DA-001 a DA-010, especialmente DA-003 | Seu escopo foi restringido aos componentes constitutivos. |
| Jornada de origem | JOR-MET-001 | A atualização integra a Transação 5 — Implementar. |
| Área responsável | Fundamentos | Mantém a linguagem conceitual comum do LAC. |
| Representações | HTML e knowgramas associados | A representação física não altera a natureza conceitual do documento. |
| Estado | Implementado na Transação 5; sujeito à integração e institucionalização | As decisões relacionadas só passam a “Implementadas” após confirmação nos documentos impactados. |
Atualizar a Arquitetura Conceitual do LAC para concentrar nela estruturas, dimensões, níveis de abstração, linguagens, representações e navegação cognitiva e semântica, preservando neste documento apenas sua identificação como componente e sua relação com o conjunto.
Este modelo descreve a arquitetura conceitual. No endereço público do LAC, os conceitos se materializam em páginas, Jornadas, knowgramas, domínios, projetos, pesquisas, ferramentas, evidências e entregas em evolução.
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