Localização, navegação e estado do modelo
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Breadcrumb semântico: LAC → Fundamentos → Modelos conceituais de referência → Aprendizagem.
Localização definida: /fundamentos/modelo_conceitual_referencia_aprendizagem_lac.html. A função predominante é explicar conceitos e relações da aprendizagem, conforme a regra de localização em Fundamentos.
Ambiente desta entrega: desenvolvimento — preparação e revisão do arquivo. Estado do ciclo de vida: em revisão. Homologação: pendente de aprovação humana. A publicação em homologação ou produção não foi verificada.
Responsável pela revisão e homologação: Walter Dominguez. Modelo: MCR-APR-LAC v1.2. Revisão conceitual proposta: 29/10/2026; preservada a harmonização de 20/10/2026.
Ambiente indica onde o artefato é tratado; estado indica sua situação no ciclo de vida. A confirmação da pasta não homologa o conteúdo conceitual.
1. Finalidade e escopo
O MCR-APR-LAC oferece um vocabulário e uma estrutura de referência para especificar, representar, acompanhar e avaliar situações de aprendizagem no Livro Ajustável de Conhecimento.
Definição operacional: aprendizagem é um processo de transformação de conhecimentos, habilidades e discernimento de um sujeito, situado em um contexto e mediado por experiência, estudo, prática e interação. Sua ocorrência é inferida por evidências interpretadas; acesso ao conteúdo, satisfação e conclusão de atividades são registros de participação que, isoladamente, não demonstram essa transformação.
Compreensão
Relacionar ideias, explicar significados e reconhecer limites.Habilidade
Executar tarefas e procedimentos com critérios de qualidade.Discernimento
Avaliar situações, justificar escolhas e considerar consequências.A aprendizagem pode começar por curiosidade, necessidade, experiência ou desafio, antes de existir um objetivo formal. Na organização didática, objetivos e critérios são explicitados e podem ser revistos. O modelo abrange aprendizagem autônoma, mediada e colaborativa; não prescreve uma única teoria ou sequência.
Proposta v1.2 · 29/10/2026 · Sujeita à validação humana
Integração dos três modelos — harmonização de 20/10/2026
MCR-APR-LAC v1.1 · Proposta para revisão humana. Localização em /fundamentos/ confrontada com as regras canônicas de organização física anexadas em 20/10/2026. Publicação não verificada; conteúdo em revisão.
Definições compartilhadas
| Conceito | Definição |
|---|---|
| Jornada planejada | Composição intencional de objetos, representações e atividades para um objetivo e contexto; admite revisão. |
| Percurso realizado / Navegação | Sequência efetivamente realizada de atividades e interações; seus registros não esgotam a experiência nem comprovam aprendizagem. |
| Experiência do participante | Vivência situada de dúvidas, tentativas, interpretações, descobertas e mudanças; pode ser parcialmente relatada. |
| Objeto investigado | Recorte do referente examinado em uma pesquisa. |
| Objeto de aprendizagem | Recorte do referente sobre o qual se pretende aprender; pode ser trabalhado com vários Objetos de Conhecimento. |
| Objeto de Conhecimento do LAC | Unidade semântica identificável e versionada da Malha, que pode representar recortes investigados ou aprendidos por múltiplas representações. |
| Evidência | Registro interpretado segundo método, contexto e critérios para sustentar ou contestar uma afirmação. Na aprendizagem, a afirmação trata de uma transformação inferida do aprendiz. |
O objeto investigado e o objeto de aprendizagem podem recortar o mesmo referente sob objetivos diferentes. Sua representação pode reutilizar a mesma identidade semântica na Malha; não há equivalência automática entre esses três objetos.
Vínculos e cardinalidades de integração
| Origem | Relação | Destino | Destinos por origem |
|---|---|---|---|
| Pesquisa | mobiliza | Objeto de Conhecimento + versão | 0..N |
| Resultado de pesquisa | pode propor criação ou revisão de | Objeto de Conhecimento | 0..N; integração depende de avaliação |
| Atividade de aprendizagem | utiliza | Objeto de Conhecimento + versão | 0..N |
| Atividade de aprendizagem | pode integrar | Pesquisa | 0..N; relação inversa também 0..N |
| Objeto de Conhecimento | representa | Objeto investigado ou objeto de aprendizagem | 0..N vínculos explicitados |
| Jornada planejada | orienta | Atividade | 1..N ao formalizar a jornada |
| Percurso realizado | pode realizar ou desviar de | Jornada planejada | 0..N |
| Registro de experiência | documenta parcialmente | Experiência do participante | 1 por registro |
| Interpretação de evidência | relaciona | Registro de origem, afirmação-alvo e critério | 1 registro; 1 afirmação-alvo; 1..N critérios |
| Avaliação | examina | Afirmação técnica ou resultado de aprendizagem | 1 alvo por registro de avaliação |
As cardinalidades são propostas conceituais. A existência de uma atividade ou de um recurso não implica pesquisa, aprendizagem comprovada ou conhecimento validado.
Contrato entre registros
Cada registro preserva id, tipo, versao, modelo_origem, autoria, data, contexto, proveniencia e vinculos. Um vínculo informa predicado, destino e versão referenciada. Avaliações identificam alvo, critérios, evidências, conclusão, limites e responsável humano. Registros de evidência preservam o registro de origem e sua interpretação.
Uma mesma produção pode apoiar avaliações diferentes, cada qual com objetivo e critérios próprios. Correção técnica não demonstra automaticamente compreensão do aprendiz. Publicar uma produção na Malha exige decisão de curadoria e avaliação do conteúdo, preservando autoria e assistência de IA.
Instância integrada: Algoritmos 01
Dados sintéticos para demonstrar os vínculos; não representam pesquisa executada nem aprendizagem medida.
| Identificador ilustrativo | Tipo | Conteúdo e vínculo |
|---|---|---|
| OC-ALG-001@1 | Conhecimento | Representação de entrada, processamento, saída e atribuição. Versão ilustrativa. |
| PES-ALG-001 | Pesquisa | Pergunta: quais dificuldades de atribuição aparecem nas produções deste caso? Método proposto: analisar tentativas e explicações; não generalizar para outros públicos. |
| APR-ALG-001 / AT-ALG-001 | Aprendizagem / atividade | Executar soma, explicar atribuições e adaptar para média. Objetivo: executar, explicar e adaptar com justificativa. |
| JP-ALG-001 | Jornada planejada | Explorar o objeto → executar → explicar → adaptar. Usa OC-ALG-001@1. |
| PR-ALG-001 / EXP-ALG-001 | Percurso / relato de experiência | Exemplo: executar → retornar ao conceito → pedir apoio → revisar. Relato de dificuldade deve preservar autoria e data. |
| REG-ALG-001 | Produção compartilhada | Pseudocódigo, tabela de execução e explicação, com autoria, condições e assistência recebida. |
| EV-PES-001 / AV-PES-001 | Interpretação e avaliação de pesquisa | Relacionar REG-ALG-001 à afirmação sobre dificuldade observada e ao critério de análise das atribuições. Resultado ilustrativo, não conclusão empírica. |
| EV-APR-001 / AV-APR-001 | Interpretação e avaliação da aprendizagem | Relacionar REG-ALG-001 ao objetivo e aos critérios: correção, explicação própria e adaptação justificada. Saída correta isolada é insuficiente. |
| DEC-ALG-001 | Decisão humana proposta | Revisar o recurso se houver justificativa; ajustar a atividade conforme avaliação. Mudanças de conteúdo e pedagógicas têm fundamentos próprios. |
Registro interligado — exemplo exportável
O botão exporta um exemplo sintético do contrato; não é banco de dados nem sincronização entre páginas.
Regras de integração
- Referenciar identidade e versão de um objeto existente, sem duplicá-lo por mudança de papel ou uso.
- Separar conclusão de pesquisa, qualidade de artefato e resultado de aprendizagem.
- Preservar resultados contrários, limites e autoria das interpretações.
- Registrar adaptações e revisões com justificativa e responsável humano.
- Manter acessos e navegação distintos de evidências de compreensão.
- Os links ligam páginas; integração de dados exige implementação posterior do contrato.
Proveniência desta harmonização
Comparação dos três anexos fornecidos por Walter Dominguez em 20/10/2026. Síntese e alterações com apoio de IA; revisão e homologação humanas pendentes. Conteúdo anterior preservado, com correções terminológicas e interfaces acrescentadas. Referências históricas às versões anteriores permanecem como histórico.
2C. Protocolo conceitual de verificação
Uma situação educacional pode usar o seguinte roteiro, ajustado ao objetivo e às condições reais; não constitui teste universal nem instrumento psicométrico validado.
| Etapa | Pergunta | Registro recomendado |
|---|---|---|
| T₀ — situação inicial | O que o aprendiz já explica ou faz? | Condições, tarefa, apoio, produção inicial |
| Experiência | Que atividades, interações e apoios ocorreram? | Percurso realizado, recursos, mediações, versões |
| T₁ — manifestação posterior | O que mudou no desempenho ou explicação? | Produção comparável, justificativa e critérios |
| T₂ — retenção | O que permanece após intervalo apropriado? | Nova tentativa, tempo decorrido, condições |
| Transferência | Consegue mobilizar o aprendido em outra situação? | Novo problema, solução e justificativa |
| Juízo | O que os dados sustentam e o que ainda não sabemos? | Conclusão graduada, alternativas, limites e responsável |
Exemplo Algoritmos 01: uma soma correta em T₁ pode indicar execução da tarefa, mas a explicação das atribuições, a realização com menos apoio, a retenção e a adaptação para média ampliam as evidências. Não se presume que o aprendiz aprendeu apenas porque concluiu a atividade.
Estados possíveis do juízo
Evidência insuficiente · Indícios favoráveis · Resultado sustentado no contexto avaliado · Necessita nova verificação. Esses estados são rótulos propostos, não uma escala validada.
2B. Referenciais teóricos e níveis de análise
O MCR-APR-LAC é um modelo conceitual de referência, não uma teoria psicológica única. Os referenciais abaixo têm objetos, métodos e alcances diferentes. As relações são propostas para estudo e validação bibliográfica, não homologação de uma teoria pelo LAC.
| Referencial | Nível ou função | Contribuição ao MCR-APR-LAC | Limite de interpretação |
|---|---|---|---|
| Plasticidade neural / aprendizagem hebbiana | Mecanismo biológico | Contextualiza modificações em redes neurais | Mudança sináptica não comprova compreensão humana |
| Conexionismo | Modelagem computacional e cognitiva | Explora mudanças em redes e padrões de resposta | Modelo de rede não equivale automaticamente ao processo educacional |
| Aprendizagem associativa e behaviorismo | Comportamento e experiência | Ajuda a especificar respostas observáveis, prática e consequências | Desempenho observado não esgota a compreensão |
| Cognitivismo | Processos cognitivos | Orienta investigação de memória, recuperação, compreensão e transferência | Indicadores requerem interpretação contextual |
| Construtivismo e aprendizagem significativa | Construção de conhecimentos | Orienta relações com conhecimentos prévios, explicações e revisão conceitual | Atividade ativa não comprova por si só transformação |
| Socioconstrutivismo | Mediação social e cultural | Explicita papéis, interação, apoio e desempenho assistido | É necessário distinguir ajuda de autonomia demonstrada |
| Aprendizagem experiencial | Experiência e reflexão | Articula vivência, reflexão, experimentação e revisão | Vivência sem evidência de mudança não basta |
| Sistemas dinâmicos | Abordagem transversal de sistemas | Analisa emergência, reorganização e trajetórias | Auto-organização não implica necessariamente aprendizagem |
Separação de escopos: o estudo de um computador biológico com organoides pertence ao domínio de arquiteturas de computação. Ele pode ser usado como caso de contraste para discutir aprendizagem, mas o sujeito aprendiz deste MCR continua definido como pessoa. Qualquer extensão do modelo a sistemas não humanos exigirá decisão explícita sobre fronteira, conceitos e critérios.
2A. Ocorrência, manifestação e verificação da aprendizagem
Distinção central: a aprendizagem pode ocorrer sem manifestação imediatamente observável. A manifestação é um desempenho ou produção; a verificação é o exame de registros, condições e critérios para sustentar ou limitar uma inferência. A verificação não causa a aprendizagem.
Ocorrência
Transformação efetiva, potencialmente decorrente de experiências, estudos, práticas e interações. Não é diretamente equivalente a uma nota, clique ou produto.
Manifestação
Resposta, explicação, desempenho ou produção observável em condições especificadas. Pode ser influenciada por ajuda, familiaridade, cansaço e contexto.
Verificação
Investigação de manifestações e registros com critérios, comparações e exame de explicações alternativas. Produz um juízo com alcance e incertezas declarados.
Relações propostas
Experiência situada → possível transformação → manifestação observável → registro → interpretação como evidência → verificação → juízo fundamentado. Esta cadeia representa uma sequência de investigação, não uma garantia causal nem uma ordem obrigatória para todo percurso.
Retenção: persistência examinada após um intervalo relevante; transferência: mobilização em contexto ou problema diferente; autonomia: grau de apoio recebido e capacidade de executar, explicar ou decidir sem ele. Nenhum desses indicadores isolado prova aprendizagem em todos os casos.
Reação imediata, maturação, adaptação temporária, memorização de resposta, ajuda externa e mudanças no contexto devem ser consideradas quando pertinentes. Algumas adaptações, como certas formas de habituação, também podem ser aprendizagem; os conceitos não são categorias sempre excludentes.
2. Knowgrama da Aprendizagem no LAC — visão atual
O knowgrama relaciona sujeito aprendiz, objeto de aprendizagem, conhecimentos prévios, processo, atividades, produções, evidências, avaliação, devolutiva e adaptação. Distingue jornada planejada, percurso realizado e experiência do aprendiz, com interfaces para os modelos de conhecimento e pesquisa.

assets/img/knowgrama_aprendizagem_lac.png.3. Catálogo de entidades
4. Relações e cardinalidades propostas
Cada cardinalidade indica o número de destinos possíveis para uma ocorrência da origem. Zero pode significar ausência de registro ou formalização progressiva, sem negar a existência do fenômeno. Relações compartilhadas podem ser N:N; a tabela não substitui um modelo lógico de dados.
| Origem | Relação | Destino | Destinos por origem |
|---|---|---|---|
| Aprendizagem | tem como sujeito | Sujeito aprendiz | 1..N |
| Aprendizagem | recorta | Objeto de aprendizagem | 1..N |
| Objeto de aprendizagem | refere-se a | Referente | 1..N |
| Aprendizagem | ocorre em | Contexto | 1..N |
| Aprendizagem | pode ser motivada por | Motivação | 0..N |
| Sujeito aprendiz | mobiliza | Conhecimento prévio | 0..N registros |
| Necessidade de aprendizagem | orienta | Objetivo de aprendizagem | 0..N |
| Aprendizagem | explicita progressivamente | Objetivo de aprendizagem | 0..N; ≥1 ao formalizar |
| Aprendizagem | organiza | Processo de aprendizagem | 0..N descrições |
| Processo de aprendizagem | organiza | Atividade | 1..N |
| Registro da experiência | documenta a vivência em | Atividade | 1..N |
| Atividade | mobiliza | Recurso e representação | 0..N |
| Atividade | gera | Produção do aprendiz | 0..N |
| Produção do aprendiz | pode fundamentar | Evidência de aprendizagem | 0..N |
| Evidência de aprendizagem | é interpretada por | Avaliação | 0..N |
| Avaliação | usa | Critério de avaliação | 1..N |
| Objetivo de aprendizagem | é operacionalizado por | Critério de avaliação | 1..N ao avaliar |
| Avaliação | pode gerar | Devolutiva | 0..N |
| Avaliação | fundamenta | Decisão de adaptação | 0..N |
| Decisão de adaptação | ajusta | Atividade | 1..N |
| Evidência de aprendizagem | sustenta ou limita | Resultado de aprendizagem | 0..N |
| Resultado de aprendizagem | pode manifestar-se em | Transferência | 0..N |
| Knowgrama | representa | Objeto de aprendizagem | 1..N |
| Experiência situada | pode contribuir para | Transformação do aprendiz | 0..N; não pressupõe ocorrência |
| Transformação do aprendiz | pode manifestar-se em | Desempenho ou produção observável | 0..N |
| Manifestação observável | é documentada por | Registro de observação | 0..N |
| Registro de observação | pode fundamentar | Evidência interpretada | 0..N |
| Verificação da aprendizagem | examina | Evidências e explicações alternativas | 1..N evidências ao concluir |
| Verificação da aprendizagem | produz | Juízo fundamentado | 0..N |
| Avaliação | pode examinar | Retenção | 0..N |
| Avaliação | registra | Condições e apoio recebido | 1..N ao avaliar |
A participação liga sujeito, papel, situação e período. Evidências devem ligar produção, aprendiz, atividade, objetivo, critério, autoria e data. Adaptações devem ligar avaliação, justificativa, responsável e atividade ajustada.
5. Distinções que orientam o uso
Processo e jornada
O processo organiza atividades e responsabilidades. A jornada planejada compõe o percurso pretendido; a navegação registra o percurso realizado e os relatos documentam parcialmente a experiência vivida.Objeto e recurso
O objeto delimita o que se aprende. Texto, áudio, vídeo, simulação e knowgrama são recursos para trabalhar esse objeto.Produção e evidência
Um artefato torna-se evidência ao ser relacionado a um objetivo e interpretado por critérios. Sua existência, por si só, não prova aprendizagem.Resultado e produto
Um programa executável é um produto. Saber explicá-lo, depurá-lo e adaptá-lo pode fundamentar a inferência de um resultado de aprendizagem.Aprendizagem significativa e conhecimentos prévios
O modelo prevê registrar relações construídas entre o novo conteúdo e o que o aprendiz já conhece. Uma atividade pode solicitar explicação dessas relações e identificação de uma concepção revista; o rótulo “significativa” não substitui a análise das evidências.
Modalidades, preferências e estratégias
Áudio, imagens, leitura, escrita e ação prática são tratados como modalidades de representação e participação. Neste modelo, a escolha de recursos considera objetivo, acessibilidade, contexto, preferência manifestada e resultados observados, sem classificar o sujeito em um estilo fixo nem diagnosticar inteligência.
6. Papéis e participação da IA
| Papel | Responsabilidade no modelo | Registro observável |
|---|---|---|
| Aprendiz | Explorar, produzir, explicar, pedir apoio e autorregular sua participação. | Tentativas, explicações, dúvidas e autoavaliação. |
| Professor | Planejar situações didáticas, definir critérios, mediar e avaliar. | Plano, avaliações e devolutivas justificadas. |
| Mentor | Apoiar o planejamento, a reflexão e a revisão do percurso. | Perguntas orientadoras e propostas de estratégia. |
| Colaborador | Compartilhar perspectivas e revisar produções entre pares. | Contribuições e comentários com autoria. |
| IA — apoio tecnológico | Sugerir explicações, exemplos, perguntas e análises, conforme escopo definido. | Função, entradas, saídas, limites e revisão humana. |
A mesma pessoa pode assumir mais de um papel. Professor e mentor podem colaborar no desenho das estratégias. A IA é registrada como sistema de apoio; decisões pedagógicas e juízos de validação têm responsabilidade humana identificada.
7. Exemplo explorável — Algoritmos 01
Referente: algoritmos. Objeto: entrada, processamento, saída e atribuição. Necessidade: distinguir dado, operação e resultado. Objetivo: executar e explicar um algoritmo de soma e adaptá-lo a uma variação.
Atividade: receber dois valores, calcular a soma, produzir pseudocódigo e tabela de execução, explicar cada passo. Critérios: entradas identificadas; atribuições rastreadas; saída correta; explicação coerente; revisão de uma variação.
Exemplos de decisões pedagógicas propostas, sem diagnóstico automático. A escolha ilustra relações do modelo; não mede a aprendizagem do visitante.
8. Regras de integridade e governança
- Uma situação formalizada identifica aprendiz, objeto, contexto, objetivos, responsável e versão. Registros exploratórios podem permanecer provisórios.
- Cada objetivo avaliado possui atividade e critérios explícitos; critérios devem ser compreensíveis ao aprendiz.
- Uma evidência identifica a produção ou desempenho observado, sua autoria, data, atividade, objetivo e critério de interpretação.
- Resultados são registrados como esperados, em análise ou sustentados por evidências, com limites. Ausência de evidência não equivale automaticamente à ausência de aprendizagem.
- Tempo de tela, cliques, conclusão e satisfação não são usados isoladamente para declarar um objetivo atingido.
- Decisões de adaptação registram evidência considerada, justificativa, mudança proposta, responsável e revisão posterior.
- Conhecimentos prévios e necessidades são revisáveis; preferências de formato não se tornam categorias fixas do aprendiz.
- Processo, jornada planejada, percurso realizado e experiência vivida permanecem distinguíveis e relacionados por atividades e registros.
- Intervenções de IA identificam função, insumos relevantes, saída utilizada e revisão humana; produções assistidas preservam a proveniência.
- Coletar somente dados necessários ao acompanhamento; explicitar acesso, finalidade e conservação segundo as regras aplicáveis do LAC.
- Knowgramas identificam referente, objetivo, contexto, fontes, autoria, versão e estado de validação.
- Separar ocorrência, manifestação, registro, evidência, verificação e juízo; não representar verificação como causa da aprendizagem.
- Ao concluir sobre aprendizagem, declarar condições, apoio recebido, intervalo, critérios e explicações alternativas relevantes.
- Tratar retenção e transferência como possíveis evidências adicionais, não como requisitos universais nem garantias isoladas.
- Distinguir teorias educacionais humanas de mecanismos neurais e modelos computacionais; registrar os limites de cada aproximação.
9. Integração com conhecimento, pesquisa e organização do LAC
| Interface | Articulação proposta |
|---|---|
| Modelo do conhecimento | Aprender transforma a relação do sujeito com objetos e representações; o resultado pode ser representado e compartilhado como conhecimento. |
| Modelo da pesquisa | Investigar pode integrar uma atividade de aprendizagem. A pesquisa busca conhecimento justificável; a avaliação da aprendizagem examina a transformação do aprendiz. |
| Knowgramas | Podem ser recursos, produções do aprendiz e representações revisáveis dos resultados. |
| Sistema de aprendizagem ajustável | Relaciona papéis, atividades, evidências, avaliação e decisões de adaptação. |
| Governança | Define responsabilidade, validação, proveniência, uso de IA e tratamento dos registros. |
Nome do arquivo: modelo_conceitual_referencia_aprendizagem_lac.html. Localização definida: fundamentos/modelo_conceitual_referencia_aprendizagem_lac.html. Localização confrontada com as regras canônicas: a função predominante de explicação de conceitos e modelos corresponde a fundamentos/. O caráter transversal do modelo não determina sozinho sua pasta.
Esta versão fornece links relativos entre os três modelos em /fundamentos/. Os vínculos de dados são um contrato proposto, sem sincronização automática.
10. Fontes, proveniência e decisões editoriais
Fonte principal efetivamente examinada: anexo aprendizagem(20261020-143940).html, “Aprendizagem — O Livro que Aprende”, de Walter Dominguez. Foram aproveitados: compreensão, habilidade, discernimento, aprender a aprender, processo sistêmico, participação ativa, prática, mediação e construção interativa.
Referência de estrutura examinada: modelo_conceitual_referencia_pesquisa_lac.html, MCR-PES-LAC v1.1, de 20/10/2026: finalidade, visão sistêmica, entidades, relações, regras, instância e validação.
Elaboração desta proposta: catálogo, cardinalidades, regras, papéis, exemplo e decisões de adaptação são uma síntese de modelagem produzida com apoio de IA, pendente de revisão de Walter Dominguez. Não constituem transcrição do anexo.
O que foi revisto na fonte
- Os formatos auditivo, visual, leitura/escrita e prática passaram a ser recursos e modalidades, sem teste de estilo predominante.
- Não foram reproduzidos os links de índice sem seção correspondente nem o teste apenas anunciado no anexo.
- As imagens externas não fornecidas foram substituídas pelo diagrama vetorial incorporado.
- Foram acrescentados objetivos verificáveis, evidências, avaliação, proveniência, autorregulação e adaptação.
Referências citadas pelo anexo — não verificadas nesta elaboração
O anexo menciona “O que é afinal Aprendizagem Significativa?”, atribuído a Moreira (2012), e “Aprender a Aprender”, atribuído a Oakley (2020). São pistas bibliográficas herdadas, não fontes diretamente consultadas nem validação científica desta proposta. Conferir dados bibliográficos e textos antes de homologar a fundamentação teórica.
Revisão proposta v1.2 (29/10/2026): acrescentadas distinções entre ocorrência, manifestação e verificação; matriz comparativa de referenciais; protocolo conceitual T₀/T₁/T₂; relações, regras e glossário complementares. Os referenciais não foram submetidos a revisão bibliográfica sistemática nesta entrega. A imagem do knowgrama permanece a da versão anterior, pendente de redesenho e verificação do caminho relativo.
11. Critérios de aceitação
Checklist de revisão desta proposta. As marcações valem nesta sessão da página e não registram uma homologação permanente.