1. Finalidade
Esta página registra o modelo mental da Busca Geral do OLA, comparando a expectativa do usuário com o funcionamento real do subsistema.
2. Posição no fluxo da demanda
Stakeholders
↓
Ecossistema
↓
Modelo Mental
↓
Jornada
↓
Mapa da Experiência
↓
Pontos de Contato
↓
Blueprint
3. O que é modelo mental nesta demanda?
Modelo mental é a forma como o usuário acredita que a busca funciona. Ele pode ser mais simples do que o funcionamento real. Entender essa diferença ajuda a projetar uma interface mais clara.
4. Comparação entre modelo mental e funcionamento real
| Etapa | Modelo mental do usuário | Funcionamento real do sistema | Risco de desalinhamento | Como alinhar |
|---|---|---|---|---|
| 1. Procurar | “Eu digito uma palavra.” | O navegador captura o termo no campo de busca. | Usuário não saber que pode usar termo parcial. | Placeholder e exemplos no campo. |
| 2. Encontrar | “A busca acha o que eu quero.” | JavaScript compara o termo com título, caminho, área, tipo e extensão no JSON. | Usuário esperar busca semântica completa. | Explicar que a busca inicial é por nomes, caminhos e metadados. |
| 3. Ver resultado | “A página mostra uma lista.” | O sistema monta cards com título, caminho, tipo, contador e miniatura quando houver imagem. | Resultados demais podem confundir. | Filtros, contador e cards legíveis. |
| 4. Reconhecer | “Eu identifico pelo nome ou imagem.” | O reconhecimento depende da qualidade do nome do arquivo, caminho e miniatura. | Nomes ruins prejudicam a recuperação. | Regras de nomenclatura descritiva. |
| 5. Abrir | “Eu clico e abre.” | O link usa o caminho relativo do arquivo publicado. | Caminho quebrado reduz confiança. | Testes de abertura. |
| 6. Atualizar | “Se criei uma página, ela aparece.” | Ela só aparece após rodar o script e publicar o novo JSON. | Usuário pensar que a busca atualiza sozinha. | Manual e rotina de atualização. |
5. Modelo mental desejado
Eu lembro de algo
↓
Digito um termo
↓
Vejo resultados claros
↓
Reconheço o artefato
↓
Clico
↓
Abro e uso
6. Funcionamento real simplificado
Usuário digita termo
↓
JavaScript normaliza o texto
↓
busca_index.json é consultado
↓
Itens são filtrados por nome, caminho, área, tipo e extensão
↓
Cards são montados
↓
Links apontam para os arquivos reais
↓
Usuário abre o artefato
7. Estratégias de alinhamento
| Desalinhamento possível | Consequência | Estratégia |
|---|---|---|
| Usuário espera busca tipo Google. | Frustração se não achar por conteúdo semântico. | Informar que a primeira versão busca por nome, caminho e metadados. |
| Usuário não sabe que precisa atualizar o índice. | Novos artefatos não aparecem. | Manual de atualização e rotina clara. |
| Usuário não reconhece resultado pelo nome. | Dificuldade de escolha. | Nomenclatura descritiva e miniaturas. |
| Usuário não sabe se não encontrou ou se não existe. | Dúvida e retrabalho. | Mensagem clara de nenhum resultado. |
8. Relação com outros artefatos
| Elemento | Artefato relacionado | Relação |
|---|---|---|
| Expectativa do usuário | jornada.html | A jornada mostra a sequência esperada. |
| Funcionamento real | blueprint.html | O blueprint detalha os bastidores. |
| Pontos de contato | pontos_contato.html | Mostram onde o modelo mental se materializa. |
| Regras | regras_busca.html | Definem limites e comportamento da busca. |
| Testes | casos_teste.html | Verificam se o funcionamento real atende à expectativa. |
9. Síntese
O modelo mental desejado deve ser simples: lembrar, digitar, encontrar, reconhecer, abrir e usar. O funcionamento real pode ser mais técnico, mas deve permanecer invisível o suficiente para não aumentar o esforço cognitivo do usuário.