Interpretar
Compreende a pergunta, a intenção, o papel do usuário, o nível de profundidade, o contexto e o estado atual da jornada.
Subsistema responsável por interpretar perguntas, contexto, conhecimento estruturado e estado da jornada para produzir conclusões, recomendações, relações, lacunas e próximas ações.
O motor não é apenas uma IA, uma regra ou um banco de dados. Ele coordena diferentes mecanismos para produzir inferências adequadas ao contexto.
O motor ocupa a passagem entre conhecimento disponível e ação significativa.
Compreende a pergunta, a intenção, o papel do usuário, o nível de profundidade, o contexto e o estado atual da jornada.
Localiza objetos de conhecimento, conceitos, páginas, regras, evidências, grafos, metadados e experiências anteriores relacionadas.
Produz uma resposta, classificação, hipótese, recomendação, descoberta de lacuna ou indicação da próxima ação.
Explicita quais regras, relações, fontes e evidências sustentam a conclusão produzida.
Adapta linguagem, representação, sequência, profundidade e forma de entrega à jornada do usuário.
Registra resultados, dúvidas, correções, decisões e novas relações para aperfeiçoar futuras inferências.
A inferência começa em uma demanda e termina em uma entrega verificável, podendo abrir uma nova etapa da jornada.
O motor articula percepção da demanda, memória de conhecimento, mecanismos de raciocínio, decisão e explicação.
Recebe a pergunta ou evento, identifica termos, entidades, intenção, domínio, papel, restrições e nível de profundidade.
Localiza os conhecimentos potencialmente úteis à inferência.
Seleciona e coordena os mecanismos de raciocínio necessários para cada demanda.
Compara alternativas, estima relevância, identifica incertezas e compõe a entrega mais adequada.
Apresenta a conclusão, suas evidências, limitações e consequências, registrando o resultado na jornada.
O LAC deve adotar uma arquitetura híbrida. Cada mecanismo resolve uma classe diferente de problema.
Aplicam condições, critérios de aceitação, políticas, transições de estado e regras de governança.
Exemplo: se uma página não possui fonte, marcar para curadoria.
Percorre relações entre conceitos, objetos, páginas, domínios, jornadas, pessoas e evidências.
Exemplo: encontrar objetos conectados a “motor de inferência” por relações de composição.
Identifica equivalências, proximidades conceituais, ambiguidades, contextos e sentidos possíveis.
Exemplo: distinguir “motor” físico de “motor” como componente lógico.
Executa cálculos, classificações, ordenações, filtros, validações e transformações determinísticas.
Exemplo: calcular a prioridade de uma demanda usando critérios ponderados.
Trabalha com hipóteses, graus de confiança, incerteza e evidências incompletas.
Exemplo: indicar a hipótese mais provável sem apresentá-la como certeza.
Interpreta linguagem natural, integra contexto, formula explicações e propõe novas relações.
Exemplo: elaborar uma página do LAC a partir de uma pergunta arquitetural.
A clareza das interfaces reduz o acoplamento entre o motor e os demais subsistemas.
| Categoria | Elementos | Função no motor |
|---|---|---|
| Entradas da demanda | Pergunta, evento, problema, hipótese, tarefa ou decisão. | Ativar um processo de inferência. |
| Entradas contextuais | Papel, perfil, domínio, jornada, histórico e restrições. | Delimitar a interpretação e o tipo de entrega. |
| Entradas de conhecimento | Objetos, páginas, conceitos, knowgramas, regras, grafos e evidências. | Fornecer a base sobre a qual a inferência será realizada. |
| Processamento | Busca, recuperação, relação, regra, cálculo, classificação, síntese e validação. | Produzir alternativas e selecionar uma conclusão. |
| Saídas cognitivas | Explicação, hipótese, conceito, interpretação ou síntese. | Apoiar compreensão e aprendizagem. |
| Saídas operacionais | Recomendação, prioridade, próxima ação, alerta ou transição de estado. | Apoiar execução e gestão da jornada. |
| Saídas de governança | Evidências, justificativa, grau de confiança, limitações e registro. | Permitir validação, auditoria e evolução. |
Nem toda inferência gera uma resposta textual. O resultado depende da natureza da jornada.
“Qual explicação melhor se ajusta ao nível atual do aprendiz?”
“Estes dois termos representam o mesmo conceito?”
“Em qual domínio, pasta ou objeto este conteúdo deve ser registrado?”
“Qual página ou etapa deve ser apresentada a seguir?”
“Qual demanda deve ser priorizada?”
“Esta inferência pode ser incorporada ao patrimônio do LAC?”
O motor depende de componentes especializados e não deve duplicar suas responsabilidades.
| Componente | Relação com o Motor de Inferência |
|---|---|
| Máquina de Conhecimento | Orquestra o ciclo completo; o motor executa a parte inferencial. |
| Malha de Conhecimento | Fornece os objetos e relações que podem ser percorridos. |
| Jornadas | Fornecem finalidade, contexto, estado e critérios da inferência. |
| Objetos de Conhecimento | Constituem unidades reutilizáveis de conteúdo e significado. |
| Knowgramas | Oferecem representações visuais para relações e sínteses. |
| Memgraph | Pode realizar consultas e inferências sobre grafos. |
| PostgreSQL | Armazena estados, regras, metadados, evidências e registros. |
| IA generativa | Interpreta linguagem, sintetiza e propõe hipóteses ou explicações. |
| Governança | Define validação, autoridade, rastreabilidade e limites de uso. |
Uma inferência útil precisa ser rastreável, contestável, revisável e proporcional ao risco da decisão.
Registrar demanda, contexto, conhecimentos consultados, mecanismos aplicados, resultado e responsável pela validação.
Informar por que a conclusão foi produzida e quais relações ou regras foram decisivas.
Distinguir fato, inferência, hipótese, recomendação, possibilidade e opinião.
Exigir revisão humana quando o risco, a novidade ou a consequência da inferência forem elevados.
Manter histórico das regras, modelos, fontes e critérios usados em cada período.
Permitir contestação, correção, registro de erro e aperfeiçoamento dos mecanismos.
O motor deve ser avaliado não apenas pela resposta final, mas pela qualidade do processo inferencial.
O motor pode ser construído progressivamente, começando com regras simples e evoluindo para uma arquitetura híbrida.
Inferência realizada por autor e IA, apoiada por páginas, metadados e regras documentadas.
Formalização de entradas, saídas, critérios, estados, regras e registros de decisão.
Integração com Memgraph, consultas de relações e recuperação contextual de objetos.
Agentes especializados executam inferências e propostas, submetidas às regras de governança.
Na etapa atual do LAC, a função é distribuída entre pessoas, estruturas e tecnologias.
Formula perguntas, define objetivos, valida relações, interpreta consequências e decide o que será incorporado ao patrimônio do LAC.
Atua como motor cognitivo auxiliar, realizando interpretação, síntese, relação semântica, elaboração e proposição.
Orientam a coerência estrutural, os critérios de organização e os limites das inferências.
Fornecem os objetos, relações, estados e mecanismos que progressivamente tornarão a inferência mais automatizada.
Esta página define o conceito arquitetural. A implementação exige documentos complementares.
Detalhar casos de uso, funções, atores, estados e fluxos do motor.
modelo_funcional_motor_inferencia_lac.html
Registrar regras explícitas, condições, prioridades, exceções e responsáveis.
catalogo_regras_inferencia_lac.html
Definir critérios, pesos, confiança, riscos e mecanismos de validação.
modelo_decisao_motor_inferencia_lac.html
Especificar APIs, serviços, banco relacional, grafo, modelos de IA e observabilidade.
arquitetura_tecnica_motor_inferencia_lac.html
Definir o esquema de rastreabilidade das inferências produzidas.
registro_inferencia_lac.html
Criar uma representação visual do fluxo entre demanda, conhecimento, inferência, decisão e entrega.
knowgrama_motor_inferencia_lac.png